Açor

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Açor
Açor

História

Este lugar agora praticamente “apagado” do mapa devido aos fogos que teimosamente vão devastando o nosso “ex-libris” que é a densa mata florestal, era composta por cinco ou seis fogos, que correspondia ao mesmo número de famílias. Mas os residentes eram muito mais, pois cada casal tinha cinco ou seis filhos e um casal foi até abençoado com dez, dois entretanto já desaparecidos do nosso convívio.

Não sei bem o motivo que terá levado os nossos antepassados a baptizar este lugar por “Açor”. A minha intuição leva-me ao açoreamento do rio devido á areia existente, mas é um pensamento muito pessoal se bem que, confesso, gostasse de saber, como alguns, a verdadeira razão ou origem histórica.

Foi ali que nasci , cresci e vivi parte da minha vida.

Ajudei no trabalho das terras e ali me fiz homem, na companhia da família e iluminado pelo “pitromax” , lanterna a pilhas , candeia e luz da vela, pois a electricidade e telefone, esses bens hoje imprescindíveis, foram somente adquiridos na década de 70.

A sua localização bem junto à água, conferiu-lhe com os tempos, um “estatuto” muito próprio.

Os meios de transporte rodoviários, eram praticamente inexistentes e ligar as duas margens, só lá para s lados da freguesia de Cambas. Eram muitos quilómetros.

E foi ai que o Açor se assumiu como porto de embarque para mercadorias e passageiros.

Era no Açor que se concentravam todas as pessoas das várias povoações limítrofes, que pretendiam remar a outras paragens do outro lado do Zêzere.
Valia para isso o “gasolineiro do Damas”, que em parceria com a “Empresa Viação de Cernache”, desde 1954 ou 1955 até finais de 1960, assegurava o transporte dos passageiros para a outra margem, mais propriamente para Álvaro.

Açor Pampilhosa da Serra junto ao Rio Zêzere
Açor Pampilhosa da Serra junto ao Rio Zêzere

Paralelamente ao “gasolineiro do Damas”, funcionava um outro barco, propriedade do “Ti Tonho Martins”, que rio abaixo assegurava o transporte de bens de primeira necessidade, nomeadamente o encaminhamento da azeitona, que ia direitinha para o lagar de Álvaro, na altura propriedade da casa do Sr. Dr. Mendonça David, ou nas poucas horas de laser, o transporte de alguns interessados nas compras de alimentos para a semana e participação na missa dominical.

Eram tempos árduos, de muito trabalho e só o chegar da noite e o cansaço, vencido pelo calor da lareira, propício à criação de algumas “murcelas” (principalmente nas mulheres), dava por terminado mais um dia.
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