Alhões

Alhões
Cinfães



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Alhões é uma freguesia portuguesa do concelho de Cinfães, com 10,66 km² de área e 284 habitantes (2001). Densidade: 26,6 hab/km².

Alhões é a freguesia mais populosa do concelho de Cinfães, distrito de Viseu, e é possuidora de uma inegável beleza. Alhões oferece qualidade de vida, num encontro com a natureza intacta.

A agricultura é a principal actividade da freguesia e a pastorícia assume um papel preponderante na localidade. Os pastores saem para o pasto com os rebanhos após o toque do sino da Igreja. Tradições que se mantêm e que marcam a freguesia. Alhões situa-se na vertente Norte da Serra do Montemuro, a mais de mil metros de altitude, a curta distância das Portas do Montemuro, local carismático do concelho. Os penedos de granito são uma das características da pacata freguesia, que a norte confinam com Bustelo, a sul com os lugares de Faifa, freguesias de Ester e Eiriz, Mós e Sobrado, localidades do concelho de Castro Daire, a ocidente com a Póvoa de Montemuro, Pinheiro e Gralheira, e a oriente com a freguesia de Tendais.

História

Alhões, era do termo de Ferreiros de Tendais, comenda do Senhor D. João, tem uma origem certamente anterior ao século XII. Contudo, só a partir daqui há documentos. Aliás, a devoção a São Paio (São Pelágio) deve datar deste século, quando se fez o repovoamento, a até porque só nessa época é que o pequeno mártir de Córdova tinha a devoção bastante entre os povos para se firmar como orago de Igrejas.

0 topónimo radica em Aliones, povo claramente pré-histórico, derivado possivelmente dos celto-lígures Allobreges, provavelmente construtores das célebres muralhas conhecidas por Portas do Montemuro. As inquirições de 1258 designam-na por Aloes e o cadastro de 1527 por "lugar d'alhos", o que levou alguns autores, nomeadamente Amorim Girão, a derivar o topónimo do alho porro cultivado no alto da serra. Contudo, este velho topónimo não parece relacionar com "alhos" ou latim alliu - (talvez com o genitivo antroponímico em -onis, medieval).

Esta terra gozou igualmente dos privilégios de vila com foral outorgado, em 1140, por D. Mendo Moniz. A "villa" de Alhões foi dada a povoar, por carta de Mem Moniz e de D. Cristina Gonçalves, ao prior D. Roberto, do da Ermida de Ribapaiva, sob condição de ficar metade dela ao mosteiro e outra metade para a coroa. Contudo, não é crível que o local estivesse de todo despovoado, o topónimo conservava-se e parece até antroponímico, talvez uma "villa" Allonis na origem.

Património

Na localidade existe a Capela do Senhor do Amparo, também conhecida por Capela das Portas, cercada por um muro em pedra para a proteger das intempéries da serra. Na imagem, o Penedo da Moira sobre o qual se contam interessantes histórias.

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