Chancelaria

Chancelaria
Alter do Chão



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Chancelaria é uma freguesia portuguesa do concelho de Alter do Chão, com 73,50 km² de área e 536 habitantes (2001). Densidade: 7,3 hab/km².

Foi vila e sede de concelho entre 1518 e 1836. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 551 habitantes.

Toponímia

No extraordinário "Álbum Alentejano", obra de 1932, Ângelo Monteiro escreve sobre esta freguesia:

"De nome Chancelaria, ela não aparece como tal nos mapas, não consta com esse nome das páginas da folha oficial e, para tudo e para todos, da obsoleta Chancelaria, em obediência certamente à lei do menor esforço e pela queda das sílabas terminais, se formou a actual Chança. O nome Chancelaria tem origem na divisão dos respectivos terrenos em propriedades livres designadas por herdades livres designadas por herdades - e isto pela circunstância de sucessivamente passarem de pais para filhos - e que, estabelecidas por D. Afonso III em resultado das suas medidas agrárias, pagavam determinada contribuição intitulada chancelaria."

História

As origens de Chancelaria denotam uma antiguidade bem remota, ascendendo a períodos pré-romanos, como atesta o conjunto de antas identificado em diversos pontos do seu termo. Os colonizadores oriundos de Roma deram-lhe o nome de Vila Facaia, mudado depois para Vila Formosa, em virtude, no dizer de Ângelo Monteiro:

"(…) talvez da formosura dos campos em que assentava e sobre os quais, e a servir de passagem sobre a ribeira de Seda, construíram uma majestosa ponte de seis arcos, toda em cantaria".

Foral

No foral, passado em Lisboa a 1 de Julho de 1518, por D. Manuel I consta que:

"Posto que no dito lugar nam aja memória de foral por onde os direitos reais da villa se ouvessem pagar, os lavradores e quaaesquer outros que lavram na dita villa e termo pagam um quarteiro de trigo de quinze alqueires e que ho que ouver de medir o pam sobredito seia pessoa a prazer do senhorio e das partes".

Estipulava-se, seguidamente, os direitos e obrigações dos moradores, bem como as penas e coimas e que estavam sujeitos aqueles que infringissem as leis do concelho. O Concelho de Chancelaria tinha dois juízes ordinários, três vereadores, um procurador, escrivães, porteiros e demais funcionários necessários à sua administração. Tinha também capitão-mor, entidade a quem competia superintender na alçada civil e do crime, bem como comandar uma companhia de ordenanças.

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