Cinfães

Cinfães
Sub-região Tâmega



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Foto de Vítor Oliveira

Lista de Municípios Portugueses

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Cinfães é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região Tâmega, com cerca de 3.300 habitantes.

É sede de um município com 241,71 km² de área e 20.774 habitantes (2006), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Marco de Canaveses e Baião, a leste por Resende, a sul por Castro Daire e Arouca e a oeste por Castelo de Paiva.

Freguesias

Topónimo

A origem do nome parece ter sido Cynfanes. A vila de Cintiles procederá de nome pessoal, no genitivo Cintilanis ou seja "Cinfilanis villa". A meio da vertente, que se empina do Montemuro ao rio Douro, surge o burgo, ufano dos seus ínclitos horizontes. Com seu ar bucólico, os cheiros campesinos e toda a sua graça campesina, com casas trajando o rio, eiras amedondadas, canastros de tabuado com pés graníticos. Castanheiros a testar a correnteza do espaço.

O terreno é retalhado por minifúndios, em que cada um possuiu o seu campo. Propriedades com a respectiva casa, riais ou menos patriarcal, o que transmite ao concelho uns latejos de ancestralidade. Quase todas as casas estão viradas para o rio Douro, e enquanto umas se apresentam com fachadas nuas, outras carregam, com dignidade os respectivos brasões. Da multiplicidade de casas, quintas e solares, destacam-se: Santa Bárbara (Sequeiro Longo). Casal (Casal de Civliies), Soalheiro (Cidadelhe), Chieira (Teixeiró), Bouças, Bouça, Paço (Travassos), Tintureiros, Fervença (vila de Cintiles), também conhecida por "Paço". Na área da freguesia aparecem topónimos que podem funcionar como interessantes pistas de pesquisa, como Contença, Travassos, Lagarelhos, Pedra Escrita (em Vila Viçosa), Pias (este talvez derivado de sepulturas abertas na rocha e, por ventura, ali existentes). Dos romanos ficaram as vilas de Cidadelhe.

Heráldica

Na parte histórica, salienta-se a circunstância, à qual os seus naturais ligam, e com uma grande importância de Egas Moniz ter vivido dentro da área do concelho e ali ter tido residência. É esta portanto a maior honra local, e como tal, deseja a Câmara Municipal de Cinfães que, nas suas armas se faça referência ao caso, perpetuando tão apreciada circunstância e assim parece-nos que ficaram bem ordenadas as armas, a bandeira e selo, pela seguinte forma:

Armas

De prata com um cacho de uvas de púrpura folhado e sustido de verde acompanhado lateralmente por dois ramos de oliveira de verde frutado de negro atados em ponta de vermelho, e em chefe um leopardo de azul com uma estrela de ouro de cinco pontas na testa. Coroa moral de prata de quatro cores. Listel branco com os dizeres «Vila de Cinfães", de negro.

Bandeira

Verde. Cordões e borlas de prata. Haste e lança douradas.

Selo

Circular, tendo ao centro as peças das armas sem indicação dos esmaltes e em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres "Câmara Municipal de Cinfães".

Com o esmalte, principal das peças das armas que simbolizam a riqueza local, agrícola, é o verde, a bandeira desta cor. Quando destinada a cortejos ou outras cerimónias, a bandeira é de seda e bordada, devendo ter a área de um metro quadrado. Quando é para ser arvorada e de fiel terá as dimensões julgadas convenientes, podendo neste caso dispensar as armas. Foi indicada a prata para o campo das armas, por ser o metal que na heráldica significa humildade e riqueza. O verde dos ramos de oliveira e de falhado e sustido do cacho, é o esmalte que significa esperança e fé. O negro do frutado dos ramos de oliveira é a cor que representa a terra e significa firmeza, honestidade e cortesia. A púrpura do cacho, significa opulência. O vermelho do atado dos ramos significa força e vida.
O leopardo, timbre das armas da família Moniz é de azul esmalte que denota lealdade e caridade. A estrela é de ouro, metal que significa nobreza, felicidade e poder. Assim com estas peças e estes esmaltes ficam bem representados os valores locais e a índole dos naturais.

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