Covilhã é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, Região Centro e sub-região Serra da Estrela, com 36.723 habitantes (2001) cujo o perímetro urbano é formado por quatro freguesias originárias (Santa Maria, Conceição, São Martinho e São Pedro) e mais seis (Teixoso, Canhoso, Vila do Carvalho, Cantar Galo, Boidobra e Tortosendo) que se uniram à cidade quando pelo seu crescimento o perímetro desta se alargou.
É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores de quinhentos, hoje uma Cidade com Universidade pública. A Covilhã pertence ao Distrito de Castelo Branco, estando situada no eixo Norte-Sul entre esta e outra capital de distrito a Norte (Cidade da Guarda). Na vertente sudeste da Serra da Estrela, a Covilhã (cujo concelho totaliza 54.505 habitantes) é um dos centros urbanos de maior relevo no interior, a par de Castelo Branco e Guarda.
A cidade está localizada a cerca de 20 km do ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1.993 metros) e o seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 metros de altitude. É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.
Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
Geografia
Situada na parte sudeste da Serra da Estrela, a área urbana da Covilhã possui altitudes que variam de 450 a 800 metros e localiza-se a cerca de 20 km do ponto mais alto de Portugal continental, a Torre (1.993 metros), situada no município de Seia, próxima dos limites com os municípios da Covilhã e Manteigas. Dentro dos limites de Seia, também está localizada a Estância de Esqui Vodafone. O clima do município é mediterrânico continentalizado, sendo que as precipitações são mais escassas no verão. Os Verões apresentam temperaturas altas, enquanto os Invernos têm temperaturas baixas. O frio aumenta conforme a altitude, variando de temperaturas amenas nas partes mais baixas a temperaturas negativas e ocorrência de neve nas partes mais elevadas, como a localidade de Penhas da Saúde, acima de 1.500 metros de altitude, a apenas 9 km da Torre. Quanto à vegetação, há o predomínio de bosques, com árvores como o carvalho e a azinheira, entre outras. Entre a vegetação arbustiva, a carqueja é bastante encontrada. A vegetação torna-se escassa em direcção à Torre.
Freguesias
As freguesias da Covilhã são as seguintes:
História
O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos séculos XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã.
A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra "Imagem da Vida Cristã". Um verdadeiro clássico. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título "notável" que lhe concedeu o rei D. Sebastião como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.
As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza".
Personalidades ilustres
Beato Francisco Álvares - beato da Igreja Católica, nasceu na Covilhã em 1539. Irmão da Companhia de Jesus, faz parte do grupo conhecido como os "Santos Mártires do Brasil". Foi beatificado pelo Papa Pio IX em 1854.
Pêro da Covilhã - Preparador da chegada de Vasco da Gama à Índia. A necessidade de atingir a Índia por mar, levou D. João II a conceber uma política de avanços sucessivos no mar. Bartolomeu Dias que viria a dobrar o Cabo da Boa Esperança. No Índico, na costa oriental de África e na parte ocidental indiana, foi Pêro da Covilhã o explorador. A ele se devem as informações que permitiram a consequente certeira viagem de Vasco da Gama e a descoberta do caminho marítimo que transformou a história.
Mateus Fernandes - um dos arquitectos do Mosteiro da Batalha, autor das Capelas Imperfeitas.
Mestre José Vizinho - A latitude nos mares - O famoso Mestre José referido por Cristóvão Colombo que muito aprendeu dos seus conhecimentos astrológicos, era cosmógrafo e médico de D. João II. A grande invenção do século XV foi a descoberta da navegação astronómica com a consequente introdução de escalas de latitudes nas cartas de marear. A sistematização do método revelou como artífice do processo este grande judeu covilhanense. Estes estudos passaram a significar a liderança da técnica portuguesa do mar.
Rui Faleiro - A longitude nos mares - Cosmógrafo covilhanense, nascido em finais do século XV, foi o principal organizador científico da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães em Sevilha. O conhecimento da longitude no mar era fundamental pois completava os métodos já conhecidos para determinar a latitude e permitir a localização das naus na superfície dos mares. Rui Faleiro foi o grande artífice da avaliação da longitude a partir do lugar de observador.
Francisco Faleiro - A declinação magnética - Irmão de Rui, cosmógrafo, foi o autor da primeira exposição que inferia a declinação magnética do ângulo de duas sombras lançadas em vertical sobre o plano de horizonte, quando o sol atingisse alturas iguais antes e depois do meio-dia. Elaborou em Sevilha, 1535, o Tratado del Mundo y del Arte del Marear, cronologicamente a segunda obra do século XVI que desenvolve o estudo dos fenómenos do magnetismo terrestre.
Frei Heitor Pinto - frade jerónimo, foi um escritor do século XVI. Foi exilado em Toledo por tomar o partido de D. António, Prior do Crato, aquando na crise dinástica portuguesa de 1580. Terá proferido as seguintes palavras: "Pode El-Rei Filipe meter-me em Castela, mas Castela em mim é impossível".
António Alçada Baptista - É um advogado e romancista português. Licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito de Lisboa, António Alçada Baptista dedicou-se mais à escrita do que à advocacia. Entre 1957 e 1972 foi director da Moraes Editora, e um dos fundadores da revista O Tempo e o Modo. Após o 25 de Abril, dirigiu o jornal O Dia (1975) e foi presidente do Instituto Português do Livro (1979-1985).
Ernesto Manuel de Melo e Castro - É um poeta, crítico, ensaísta e professor na Universidade de São Paulo, Brasil.
Eugénia Melo e Castro - Cantora e compositora. Colaborou com nomes importantes da música brasileira.
Economia
Há 800 anos aqui existe o trabalho da lã que hoje se reflecte em modernas unidades industriais, sendo a Covilhã um dos principais centros de lanifícios da Europa e é por esse motivo uma localidade com forte cultura operária. Poucos centros urbanos podem assumir uma actividade económica regular ao longo de oito séculos, mas é esse o caso da Covilhã e do trabalho dos lanifícios. Como manufactura primeiro, como indústria depois, o certo é que ainda hoje a cidade é um dos principais centros europeus de produção de lanifícios. Actualmente, esta indústria produz por ano cerca de 40.000 Km de tecido,e através de várias empresas têxteis com destaques para a Paulo de Oliveira, a Penteadora, a Tessimax e a A. Saraiva, as quais são fornecedoras de grandes marcas têxteis mundiais como a Hugo Boss, Armani, Zegna, Marks & Spencer, Yves St. Laurent, Calvin Klein e Christian Dior.
É a cidade mais próxima da estância de inverno onde se localizam as únicas pistas de esqui portuguesas e às quais se acede percorrendo espantosas paisagens de montanha. Em Novembro de 2005 foi inaugurado um centro comercial: o Serra Shopping do grupo Sonae. A Covilhã é, nos dias de hoje, uma cidade que para além das tradicionais "ubelhas" (pronúncia serrana para Ovelhas), tem também uma miríade de actividades económicas marcadas pelo capitalismo moderno. Constitui-se assim, logo depois de Castelo Branco, como a cidade mais cosmopolita da antiga província da Beira Baixa. Ainda assim, mantém viva uma tradição serrana bem manifestada pela produção e venda de produtos lácteos e de genérica proveniência ovina.
Quem não se sentiu atraído, pelo menos durante a infância, pelos bonitos trenós, fascinantes luvas de "pata-de-urso", aconchegantes coletes em pele de ovelha e até gorros de "pom-pom" com a felpuda lã ovina. Mais recentemente, a Covilhã continua a inovar nos produtos vindos de animais que se exprimem através de balidos, apresentando o chamado "presunto de ovelha", em tudo semelhante ao presunto suíno, mas mais saboroso, menos salgado e menos gordo. Visitar a Covilhã é, hoje em dia, visitar uma cidade promissora e economicamente avançada mas, felizmente, que mantém ainda a tradição serrana de bem receber com faces rosadas e tisnadas pelo frio montanhês.
Universidade
O ensino superior está presente na Covilhã desde a fundação do Instituto Politécnico, em 1973. Este acontecimento surgiu a partir das actividades do grupo de trabalho para o Planeamento Regional da Cova da Beira, tendo a instituição começado a receber os primeiros alunos dos cursos de Engenharia Têxtil e Administração e Contabilidade. No ano de 1979, o então Instituto Politécnico, converteu-se em Instituto Universitário da Beira Interior e, em 1986, o Instituto Universitário passa a Universidade da Beira Interior. O seu primeiro Reitor foi o Prof. Doutor Cândido Manuel Passos Morgado, seguindo-se o Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva que se mantém até hoje até ao presente[11]. A UBI é frequentada por cinco mil cento e noventa e dois alunos repartidos pelas trinta e uma licenciaturas do primeiro ciclo de Bolonha, quarenta e sete mestrados do segundo ciclo de Bolonha e vinte e sete áreas de doutoramento.
Comunicação social
Desde Outubro de 2006 que a Covilhã tem um jornal de distribuição gratuita da Beira Interior: o Já Agora tem uma tiragem de 14 mil exemplares por edição e é distribuído nas caixas de correio da zona urbana da cidade, quinzenalmente, às quartas-feiras. Existe apenas um jornal local, semanário, que é o Notícias da Covilhã. A única rádio local é a Rádio Covilhã (95.6 97.0 Mhz).
Património
- Jardim do Lago
- Jardim Público
- Igreja de São Francisco
- Igreja da Misericórdia
- Capela do Calvário
A Praça do Município ou Pelourinho, é a principal praça e a mais central da cidade. Situa-se em pleno centro histórico e há muitos anos atrás, nela se podia admirar um pelourinho do século XVI que, infelizmente, foi destruido, juntamente com o edifício filipino da câmara, aquando da reformulação deste espaço.
A Covilhã possui ainda grandes jardins e parques, como o Jardim Público, Jardim do Lago, Parque Alexandre Aibéo, Jardim de Nossa Senhora da Conceição e o Parque da Goldra que irá ser brevemente inaugurado.
Como monumentos classificados mais significativos, a cidade tem, entre outros, os seguintes imóveis:
- Igreja de Santa Maria Maior - igreja barroca que tem a particularidade de ter a fachada coberta por azulejos
- Igreja de São Francisco (Conceição) - igreja gótica, pertenceu ao antigo Convento de São Francisco
- Igreja da Misericórdia - igreja maneirista, situada no coração da cidade
- Capela de São João de Malta - pequena capela que, em tempos, pertenceu à Ordem de Malta
- Capela Românica de São Martinho - capela românica. Trata-se da mais antiga edificação na cidade. Consta-se que aqui casou Pêro da Covilhã em 1478
- Capela do Calvário - capela gótica cujo interior foi coberto por talha dourada e pinturas alusivas à vida de Jesus Cristo
- Torre de São Tiago - edificada no século XIX, é um dos ex-libris da Covilhã por se avistar praticamente de qualquer ponto da cidade
- Real Fábrica de Panos - manufactura real, fundada pelo Marquês de Pombal em 1764. Actualmente reconvertida em Museu dos Lanifícios
- Muralhas da Covilhã - edificadas por ordem de D. Sancho I, mais tarde alargadas por D. Dinis. Ficaram muito danificadas pelo terramoto de 1755. Actualmente restam apenas alguns troços desta edificação
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Documentos - Nestes e em outros documentos, publicados neste e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da vila e da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo pode ver-se o logotipo da vila e da junta de freguesia que os pseudo-loriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos Loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais.
Com a sua desonestidade, incluíndo desonestidade inteletual, a sua inveja e a sua incompetência, rejeitam tudo o que conscientemente sabem que é melhor para Loriga se forem obras e ou iniciativas de Loriguenses que inveijam e odeiam. Há muitos anos que este tipo de gente prejudica Loriga e é em grande parte responsável pela situação desastrosa a que chegou esta vila!
Confirmando tudo isto, chegou a uma candidatura á Junta de Freguesia de Loriga uma proposta em que o historiador António Conde disponibilizaria a sua obra sobre a história de Loriga (incluindo toda a documentação referente á pesquisa) para que a autarquia a publicasse. O historiador António Conde abdicaria dos rendimentos sobre a venda do livro referentes aos direitos de autor a favor da autarquia, assim como a quaisquer lucros obtidos com a venda do livro, e a única coisa que pedia em troca era a correção da porcaria feita com a questão da heráldica e que, para reforçar a legitimidade da iniciativa e caso os autarcas não tivessem a coragem de corrigir essa porcaria diretamente, que ganhassem essa coragem fazendo um referendo no qual consultariam todos os loriguenses, tanto os residentes na vila como os saíram para outras paragens. Na base desta proposta estava a sempre presente preocupação do historiador António Conde com a imagem da sua terra, com a imagem dos Loriguenses e neste caso também com a opinião e a vontade largamente maioritárias dos Loriguenses que rejeitam a vergonhosa heráldica. Não exigiu nada nem jamais o faria, nem quis impor a heráldica que desenhou, ao contrário desta gente que antes andou a tentar impor uma ilegal aberração heráldica e que agora anda a tentar impor uma heráldica pobre e vergonhosa odiada pela esmagadora maioria dos Loriguenses. A resposta a esta proposta foi um grande e ensurdecedor silêncio de desprezo. Há muito tempo que os invejosos capangas e lacaios do Zeca Maria proclamaram e "decretaram" que o historiador António Conde não é bem-vindo aqui em Loriga e puseram em causa a sua obra, mas quando confrontados com a proposta da publicação dessa mesma obra nem sequer responderam, concluindo-se que também são capangas e lacaios do Zeca Maria porque nem esses nem o seu dono querem nada feito por António Conde, por mais valioso que seja e ainda que seja melhor para Loriga! Aliás um capanga e lacaio do autarca Zeca Maria já tinha dito ao historiador António Conde para queimar a sua obra sobre a história de Loriga na fogueira de Natal que todos os anos é acesa junto da Igreja Matriz. Ficou assim muito reforçado o direito que o historiador António Conde já tinha de destruir a sua obra se quisesse fazê-lo. Confirma-se, e citando a Bíblia, "seria como dar pérolas a porcos", esta gente odeia o historiador António Conde e por isso rejeita tudo o que venha deste grande Loriguense (tal como de qualquer outro grande Loriguense que odeiem), por mais valioso que seja e ainda que seja melhor para Loriga! Os capangas e lacaios do Zeca Maria acham que eles e o seu dono são os donos de Loriga, e acham, afirmam, dizem e escrevem que os Loriguenses, quer gostem quer não, são obrigados a aceitar as merdas que eles fizeram e fizerem, como é o caso do Brasão da vila de Carreto! Esta gente despreza a opinião da esmagadora maioria dos loriguenses também em relação á vergonhosa heráldica, que arrasta a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses pela lama, porque estão literalmente cagando para Loriga e para os Loriguenses! Comprovadamente esta gente incompetente e invejosa não gosta de Loriga, apesar de mentirosamente proclamar o contrário, só gosta do seu estúpido ego e dos seus interesses mesquinhos pessoais!
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Documents - In these and other documents, published on this and many other websites, you can see extracts from the work of historian António Conde published on the official website of the town and the Parish Council of Loriga. In the upper left corner you can see the logo of the village and the parish council that the pseudo-Loriguenses wanted to eliminate because they were ashamed of the name of their land, the same main reason why they also wanted to eliminate Loriga in the town's coat of arms. Another strong reason is the fact that they hate the historian António Conde, the author of this coat of arms, so they also put petty personal motivations above the interests and image of Loriga, and this shameful case of heraldry is not the only one in which this type of people damaged Loriga and the image of the people of Loriga in the name of hatred, envy and other petty personal motivations.
With their dishonesty, including intellectual dishonesty, their envy and their incompetence, they reject everything that they consciously know is best for Loriga if they are works and/or initiatives of Loriguenses that they envy and hate. For many years, this type of people has harmed Loriga and is largely responsible for the disastrous situation that this village has reached!
Confirming all this, a proposal came to an application to the Parish Council of Loriga in which the historian António Conde would make his work on the history of Loriga (including all the documentation related to the research) available for the municipality to publish. The historian António Conde would give up the income from the sale of the book referring to copyright in favor of the municipality, as well as any profits obtained from the sale of the book, and the only thing he asked for in return was the correction of the crap made with the issue of heraldry and that, to reinforce the legitimacy of the initiative and if the mayors did not have the courage to correct this crap directly, that they would win by holding a referendum in which they would consult all the people of Loriga, both the residents of the village and those who left for other places. At the basis of this proposal was the ever-present concern of the historian António Conde with the image of his land, with the image of the people of Lorigu and in this case also with the opinion and will of the vast majority of the people of Lorigu who reject the shameful heraldry. He did not demand anything and would never do so, nor did he want to impose the heraldry he designed, unlike these people who were trying to impose an illegal heraldic aberration and who are now trying to impose a poor and shameful heraldry hated by the overwhelming majority of Loriguenses. The response to this proposal was a great and deafening silence of contempt. For a long time now, Zeca Maria's envious henchmen and lackeys have proclaimed and "decreed" that the historian António Conde is not welcome here in Loriga and have questioned his work, but when confronted with the proposal to publish that same work they have not even responded, concluding that they are also Zeca Maria's henchmen and lackeys because neither they nor their owner want anything done by António Conde, as valuable as it is and even if it is better for Loriga! In fact, a henchman and lackey of the mayor Zeca Maria had already told the historian António Conde to burn his work on the history of Loriga in the Christmas bonfire that is lit every year next to the Mother Church. This greatly strengthened the right that the historian António Conde already had to destroy his work if he wanted to do so. It is confirmed, and quoting the Bible, "it would be like giving pearls to pigs", these people hate the historian António Conde and therefore reject everything that comes from this great Loriguense (as well as from any other great Loriguense they hate), no matter how valuable it is and even if it is better for Loriga! Zeca Maria's henchmen and lackeys think that they and their owner are the owners of Loriga, and they think, affirm, say and write that the people of Loriga, whether they like it or not, are obliged to accept the shit they did and did, as is the case of the coat of arms of the village of Carreto! These people despise the opinion of the overwhelming majority of Loriguenses also in relation to the shameful heraldry, which drags the image of Loriga and the image of the Loriguenses through the mud, because they are literally on Loriga and the Loriguenses! Demonstrably these incompetent and envious people do not like Loriga, despite falsely proclaiming the opposite, they only like their stupid ego and their petty personal interests!
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