Emília Mendes de Brito

Emília Mendes de Brito
Loriguenses notáveis

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Emília Mendes de Brito nasceu em Loriga a 6 de Dezembro de 1874. Desde muito nova era visível a sua piedade, talvez fruto do ambiente piedoso em que vivia, dedicando à igreja da sua terra a sua total fidelidade, onde tratava da limpeza, do ornamento dos altares e dando catequese aos mais novos.

Vivendo unicamente para Deus passava todo o tempo na igreja onde era sempre uma presença em continuada oração. Devido a isso, muitos a chamavam Santa. Era tão grande a sensibilidade desta mulher na sua bondade, que chegava a deixar de comer o pão para com ele alimentar os animais ou os passarinhos que não saiam da sua porta.

Mas não era simplesmente a oração que lhe absorvia todo o seu dia. Ela era igualmente a grande mulher de acção. Cobrava as quotas da sua queridíssima Propagação da Fé, inscrevendo novos associados, visitando os pobres protegidos pela Conferência de São Vicente de Paulo e muitas vezes se encontrava à cabeceira dos moribundos recitando-lhes o ofício da agonia, apontando-lhes o Céu como termo dos sofrimentos humanos.

Durante toda a sua vida assistiu às missas e recebeu a comunhão diariamente. As pessoas estavam já habituadas a ver aquela figura com as suas vestes a varrer o chão, passando pelas ruas sempre de olhos baixos como que desejando que ninguém a visse e, quando falava, a sua voz suave prendia todos aqueles que a escutavam, mas ela própria se arrepiava ao ouvir de alguém uma palavra maldosa por mais insignificante que fosse.

Com 72 anos de idade adoece e pouco tempo depois, em 28 de Janeiro de 1946 ocorre o seu falecimento. Segundo relatos da época, parecia até haver um sorriso na sua boca, como que feliz, por partir para junto do Senhor a quem dedicou toda a sua vida. O seu funeral foi um dia de muita tristeza para a população de Loriga, ao verem partir para sempre a sua Santa. A Junta de Freguesia cedeu a sepultura onde descansa eternamente, e o povo da sua terra, como prova de gratidão, mandou colocar a mármore.

Durante anos, e ainda hoje, se comenta a possibilidade do seu corpo se encontrar intacto na sua sepultura, pois segundo o povo "O corpo das Santas mantém-se tal como foi durante a sua passagem pela vida".

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