Fórnea

Fórnea
Piódão

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Fórnea é uma pequena povoação da freguesia de Piódão, concelho de Arganil.

A aldeia está entrincheirada nos montes da serra do Açor, escondida num vale acentuado, junto duma ribeira, onde a água fresca e cristalina divide o casario antes de seguir na direcção da Barragem do Alto Ceira. É naquela imensidão de território, que pertence à natureza, onde há séculos vivem humildes e corajosas gentes, obreiros duma cultura serrana, beirã, que o tempo sedimentou, e hoje ainda ajuda a conservar.

A aldeia de Fórnea, como tantas outras povoações infiltradas na serra do Açor, tem um futuro indeterminado, mas no enlevo tranquilo que se esconde no esplendor da montanha, os seus poucos e idosos habitantes vão resistindo, com a saúde e a fé de um destino vivido em cada dia. Tudo isto está ao nosso alcance, viagens de sonho que desafiam o tempo, paisagens imponentes, horizontes cúmplices e infindáveis que transmitem paz, com Deus por companhia!

Fórnea foi desde muitos anos, depois que a civilização inventou o carro e o fez chegar a esta região, uma terra ligada por uma estrada sem saída. Era uma alegria para cada criança quando avistavam os automóveis e era fácil adivinhar quem traziam. Os mais antigos, habituados à sua sorte e destino, falavam que, quando existisse uma estrada e a noite fosse iluminada por outra luz sem ser a dos candeeiros a petróleo, estaria perto o fim do mundo. Deste modo, é fácil compreender o brilho nos olhos das gentes de Fórnea, ao verem a aldeia uma terra de passagem e usufruírem da proximidade e ligação com outras povoações vizinhas.

Quanto ao mais, Fórnea permanece igual a si mesma, sozinha no meio da natureza, o refúgio privilegiado das férias e motivo de alegria de todos quantos a lembram e trazem no coração. A modéstia e o hábito das gentes que cá vivem muda um pouco com a chegada dos familiares, no mês de Agosto. Quando as noites são um pouco mais tardias, há mais tempo para gozar o dia, e trabalhar. As cabras continuam a pastar por entre o mato das encostas até que a luz do sol se deixe de alcançar. Há o terço ao fim dos domingos, a fazenda para se cuidar. À medida que os dias de festa se aproximam vão chegando mais pessoas, povoando o sossego que, mesmo assim, a lentidão do tempo não deixa faltar.

As instalações da Casa da Comissão foram remodeladas, existem casas novas, outras estão pintadas de novo, o ar continua puro, bem assim como a água, as pessoas, o viver na aldeia!

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