Em observação e análise aos comentários dos meus conterrâneos insertos aqui e no jornal "Porta da Estrela" devo apelar para o seguinte:
Para bem de Loriga, fiquem quietos e não façam nada. Absolutamente nada!
Se estão preocupados com o futuro da terra, julgando que o mesmo depende dos vossos sonhos, não percam tempo e deitem-se a dormir.
As pessoas, independentemente da sua cultura, formação académica, formação de vida, ou mesmo cor partidária, só poderão ser avaliadas e julgadas pelo que fizeram. Não pelo que se espera que façam. O que até aqui fizeram (pouco ou muito, bem ou mal) sabemos nós porque são factos. O que pensam fazer não pode ser avaliado. É futuro e não podemos julgar.É uma das razões porque penso que os eleitores deveriam eleger os seus autarcas no fim dos mandatos. Com os cessantes que querem repetir, isso é possível, com os novos candidatos não.
Prezo demasiado a minha terra e entristece-me ver o que vejo, ouvir o que ouço, levando-me a concluir que tais atitudes não produzem absolutamente nada.
Mais devo dizer, que muita da gente em vez de a servirem com dedicação, se servem dela tirando com isso proveitos pessoais.Longe vão os tempos que em Loriga se lutava pelo bem estar das pessoas.
Actualmente, assistimos a aspirantes a políticos que em época de eleições surgem do nada, distribuindo panfletos onde exibem a sua melhor imagem, (muitas vezes não verdadeira) com ambiciosos programas de cujo cumprimento eles próprios duvidam (actualmente ninguém está em condições de garantir coisa alguma) produzindo para além de conversa da treta, NADA. Absolutamente NADA.
Perante isto, aguardemos que naturalmente o futuro se transforme em presente, o presente em passado, para podermos julgar se tínhamos ou não razão em eleger que elegemos.
Até depois.