Historia De Loriga - History Of Loriga

Historia De Loriga - History Of Loriga

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HISTÓRIA DE LORIGA - Pequeno resumo | HISTORY OF LORIGA - Short summary

LORIGA - PORTUGAL | HISTÓRIA DE LORIGA, e mais informação sobre a vila. | HISTORY OF LORIGA, and more information about the town.

- Informação sobre a bela e histórica vila de Loriga e História de Loriga, com extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e neste ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipédia, o artigo foi criado pelo historiador António Conde, em muitos outros sites e muitas outras publicações. | Information about the town of Loriga and History of Loriga, with excerpts from the work of the historian António Conde, “Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality”, and Loriga on Wikipedia, article created by the historian António Conde.

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LORIGA

Loriga (pron.PT [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do município de Seia, distrito da Guarda, na província da Beira Alta, região do Centro e sub-região da Serra da Estrela. Tem 36,52 km² de área e 848 habitantes (censo de 2021), a sua densidade populacional é de 23,2 hab./km² e tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.

O gentílico é loriguense ou loricense.

Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN231, e tem acesso direto ao ponto mais alto da Serra da Estrela pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado e um projeto pré-existentes décadas antes da conclusão, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960 metros na Portela de Loriga (também conhecida por Portela do Arão) e 1650 metros, dois quilómetros acima da Lagoa Comprida, onde se liga com a EN339.
Há décadas alguém chamou “Suíça Portuguesa” a Loriga, devido à sua extraordinária paisagem e localização geográfica. A área urbana mais baixa situa-se nos 770 metros de altitude, incluíndo a parte mais antiga do centro histórico da vila, e a área urbana mais alta ultrapassa consideravelmente essa cota.
A vila está rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1.828 metros de altitude) e a Penha do Gato (1.771 metros), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da E.T.A.R. Além da Ribeira de São Bento, o Ribeiro do Cortiçor é outro importante afluente que também desagua na Ribeira de Loriga junto da vila. Ao longo do espetacular Vale Glaciar de Loriga, que se estende desde a Torre até á aldeia de Vide, a Ribeira de Loriga recebe as águas de outros afluentes acabando por se tornar um dos maiores afluentes do Rio Alva.
Além da sua extraordinária beleza o Vale Glaciar de Loriga é considerado como sendo um ponto de grande interesse geológico, dominado pelo granito na área de maior altitude, sendo a Garganta de Loriga um grande ponto de referência, e passando depois para a área mais baixa que é dominada pelo xisto. A área do vale onde é feita a transição do granito para o xisto inclui a localização da colina entre ribeiras onde está localizado o centro histórico da vila, e esse facto ajuda a explicar as consequências desastrosas do terramoto de 1755.

Toponímia

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 100 degraus em granito, o que lhe dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais do centro histórico da vila de Loriga e que se perderam ao longo dos séculos.
O bairro de São Ginês e ou São Genês (em substituição do nome São Gens) é um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais conhecidos e típicos da vila. As melhores festas de São João eram feitas aqui. Curioso é o facto de este bairro do centro histórico da vila dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano, e orago de uma ermida visigótica situada na área (a atual capela de Nossa Senhora do Carmo). Com o passar dos séculos, os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês e ou São Genês, esta alcunha talvez tenha surgido por a palavra ser mais fácil de pronunciar, tendo também a ver com as singularidades linguísticas de Loriga e o local uso massivo de alcunhas. Aliás nunca existiu qualquer santo com o nome Ginês ou Genês, e Loriga é conhecida pelas suas singularidades linguísticas e pelo uso massivo de alcunhas. Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos. Dadas as suas caraterísticas é possível que outrora existisse ali um local de culto pagão que os visigodos escolheram para erigirem a ermida dedicada a São Gens, na época era uma ermida porque estava separada da povoação que existia mais abaixo. A atual aparência da capela e a data gravada na fachada induzem em erro os visitantes porque correspondem á última reconstrução efetuada, e além disso não existe ali qualquer lápide que informe sobre a antiguidade deste local de culto nem sobre o antigo orago da capela. Além dessa informação devia ser colocada na capela uma imagem de São Gens, o antigo orago e o santo que inexplicavelmente foi desprezado e esquecido pelos loriguenses.

História

Loriga foi fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Festas e Tradições

Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas, cantos noturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Santo António (durante o mês de Junho) e de São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nossa Senhora da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nossa Senhora da Ajuda, no Fontão de Loriga.
A propósito sublinha-se o facto de que a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia pelo menos desde o século XIII. Torna-se necessário este sublinhado porque alguns ignorantes e mentirosos começaram erradamente a dizer e a escrever por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia. É uma das muitas mentiras que espalham por aí induzindo outros em erro, e que inclusive foi colocada com outras mentiras no artigo sobre Loriga na Wikipédia quando o artigo foi vandalizado (o artigo foi criado pelo historiador António Conde).
A fé não é uma questão de modas, e os santos, as devoções e as invocações não são coisas descartáveis que por um qualquer capricho são trocados, desprezados e esquecidos. Há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é Santa Maria Maior, e esse facto é uma questão de fé, é uma questão de devoção, é uma questão de verdade, é uma questão de história, e é uma questão de respeito pela identidade histórica de Loriga. Alguns estão apostados em fazer esquecer a invocação de Santa Maria Maior e esta muito antiga devoção, tal como outros no passado quiseram fazer desaparecer a muito antiga devoção a São Gens que condenaram ao esquecimento, ao ponto de mudarem o orago da sua capela e de nem sequer existir ali uma imagem deste santo nem qualquer informação sobre o antigo orago da capela, além de lhe terem arranjado as alcunhas de Ginês e de Genês.
Normalmente todas as localidades têm uma padroeira ou um padroeiro, e esse santo ou santa é o orago da paróquia e da igreja matriz, isto é daquelas coisas básicas que toda a gente devia saber, mas os burros de Loriga não sabem. No caso de Loriga a padroeira é Santa Maria Maior, orago da paróquia e da igreja matriz que já vem pelo menos desde o início da nacionalidade quando Loriga pertencia ao chamado Padroado Real, não é por acaso que, por exemplo, a Sé de Lisboa também é dedicada a Santa Maria Maior e que a igreja matriz de Loriga tenha sido mandada construir pelo rei D. Sancho II.
Quando a devoção a Nossa Senhora da Guia chegou aqui a Loriga em finais do século XIX, trazida por emigrantes radicados no Brasil, Santa Maria Maior já era a padroeira de Loriga há mais de seiscentos anos, e Nossa Senhora da Guia foi sempre e só invocada como padroeira dos emigrantes de Loriga, no entanto alguns idiotas mentirosos começaram a dizer e a espalhar por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia. Isto é grave porque os loriguenses ficam com a fama de desprezarem a história de Loriga e de trocar e de condenar ao esquecimento padroeiros, santos, devoções e invocações, com a agravante de já haver precedentes, como é o caso, por exemplo, da milenar devoção a São Gens, cuja capela foi dedicada a Nossa Senhora do Carmo, arranjaram a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, e para completarem o anátema não existe no local nenhuma informação sobre o antigo orago da capela, e o local onde essa capela está situada é conhecido por Bairro de São Ginês e ou São Genês, nunca existiu um santo chamado Ginês ou Genês e esses nomes são invenção dos loriguenses.
Poderia também falar-se de outros casos, como por exemplo do caso de São Bento, desse ficou apenas o nome da ribeira e da área, mas pelo menos não lhe arranjaram uma alcunha como fizeram com o São Gens. Há quem, por pura ignorância ou, pior ainda, por teimosia e por animosidade contra quem sabe mais e diz as verdades, teimam em não respeitar a história nem a identidade histórica de Loriga, e é esse tipo de gente que é responsável por várias vergonhas que afetam a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses, como é o caso da vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas e que se mantém (Veja aqui em PDF um pequeno resumo da vergonhosa e ainda não concluída História do Brasão de Loriga!* http://loricae.files.wordpress.com/2026/02/historia-concisa-do-brasao-de-loriga.pdf * http://vimeo.com/856864459 ).
De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas exibe-se em eventos religiosos e até usam o pároco para que todos a vejam fazendo de tudo para usar a fé para manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito, como exemplo veja-se o vergonhoso Brasão da Vila de Cruz, de 2002 (rejeitado pelos loriguenses, tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto, de 2018, e se alguém tiver dúvidas façam um referendo) e o postal de Natal de 2024. É este tipo de gente farisaica e hipócrita que, com as suas más ações e o seu mau exemplo, fazem com que os outros percam a sua fé, e é este tipo de gente que afugenta as pessoas das igrejas e de tudo quanto são práticas religiosas.
A fé e a devoção a Nossa Senhora da Guia não implica suprimir a fé, suprimir a verdade, desrespeitar e deturpar a história, desprezar e desrespeitar a identidade histórica de Loriga, nem implica desprezar e desrespeitar a fé e a devoção dos antepassados dos loriguenses e a escolha que eles fizeram para sua padroeira e para orago da paróquia e da igreja matriz. Aliás essa gente, que infelizmente nasceu em Loriga, é especialista em maltratar a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses e colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a história de Loriga, a sua antiguidade (incluíndo a antiguidade do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), o seu nome e a forma como se pronuncia (os BURROS dizem que se pronuncia Luriga), o seu património, o seu gentílico, o local da sua fundação, a sua heráldica, a data da fundação das instituições loriguenses, etc.
Em vez de reconhecerem os erros e resolverem os problemas de Loriga de forma competente, insistem numa fuga em frente e a única preocupação que têm é fazerem de tudo para calarem as incomodativas vozes da razão que os desmascaram, inclusive usando os meios mais sujos. Esses ignorantes e esses irresponsáveis não gostam verdadeiramente de Loriga e por isso acham que são pormenores sem importância, se gostassem de Loriga agiriam de forma diferente.
Qualquer dia alquém se lembra de introduzir em Loriga uma nova devoção e uma nova capela, começam a fazer umas festas, e daqui a uns anos esse tipo de gente faz a “promoção” para novo padroeiro ou padroeira de Loriga, depois arranjam uma alcunha para a Santa Maria Maior e ou para a Nossa Senhora da Guia, como arranjaram para o São Gens. Com o desprezo que essa gente tem pela história de Loriga e pelos fundamentos da fé, é fácil fazerem a alteração e substituirem a padroeira e o orago da igreja matriz e da paróquia, só têm que falar com o cardeal patriarca, com o bispo da diocese e com o pároco. Apesar de não gostarem há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é e vai continuar a ser Santa Maria Maior.

Coletividades

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços ultrapassam as fronteiras da freguesia e abrangem a área outrora pertencente ao Concelho de Loriga, a Casa de Repouso Nossa Senhora da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola C+S/EB2+3 Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo quartel dos Bombeiros Voluntários, obras entretanto concluídas com atraso devido a adiamentos provocados por problemas de subfinanciamento.

Acordos de geminação

Loriga celebrou acordo de geminação com a vila, atualmente a cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de 1996

História resumida de Loriga

Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a beleza paisagística de Loriga é o seu principal atrativo de referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo, mas rochoso, num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Topónimo

O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos Hermínios (atual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira). Deste nome derivou Loriga (derivação iniciada pelos Visigodos) e que tem o mesmo significado, no entanto o nome latino Lorica só caíu em desuso no século XIII e as Inquirições de D. Afonso III são os primeiros documentos conhecidos onde esta vila aparece referida como Loriga. Nos documentos anteriores a essas inquirições Loriga é sempre referida como Lorica, exceto num documento da época visigótica mas neste é afirmado que os romanos deram o nome de Lorica á povoação e que os visigodos passaram a conhecê-la também por Loriga. No entanto o topónimo Loriga (a derivação do nome romano (latim) Lorica), caíu em desuso desde a conquista islâmica até ao século XIII. A história, a filologia e a etimologia dizem que Loriga é nome de couraça e que deriva do latim Lorica que tem exatamente o mesmo significado, um nome que por si é significativo da antiguidade e da história de Loriga, um nome bonito que orgulha os loriguenses e que é único em Portugal, factos que ajudam a justificar que a couraça seja a peça central do brasão da vila, tal como é do logotipo também escolhido pela Junta de Freguesia de Loriga.

Geologia

A formação geológica do Vale de Loriga, onde está situada a vila com o mesmo nome, está diretamente relacionada com a formação da própria Serra da Estrela e por isso uma coisa não se pode dissociar da outra. Para que se entenda melhor, é necessário saber como se formou a Serra da Estrela e nela o espaço que hoje abrange a freguesia de Loriga. Loriga é uma das localidades mais antigas, mais belas e mais importantes da Serra da Estrela, uma verdadeira estrela da serra onde está situada. A Serra da Estrela faz parte da forte identidade de Loriga, esta vila está situada perto do ponto mais alto da serra e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga, tudo isto ajuda a justificar que uma estrela de ouro seja uma das peças do brasão desta vila.

Origens da povoação

Loriga foi fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Antes da nacionalidade

Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.), a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, herói lusitano que a tradição local encontra origem nesta antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das caraterísticas urbanas da época medieval.
A tradição local e diversos antigos documentos apontam Loriga como berço de Viriato, e no início do século XX existiu mesmo um movimento loricense para lhe erigir uma estátua na vila, e que infelizmente não chegou a concretizar-se. O documento mais conhecido, embora não seja o mais antigo, que fala da tradição de Loriga ser apontada como terra-natal de Viriato, é o livro manuscrito História da Lusitânia, escrito pelo Bispo Mor do Reino em 1580. O livro manuscrito História da Lusitânia, do Bispo Mor do Reino, 1580, está entre os diversos documentos que falam de Loriga como berço de Viriato, este é o mais curioso, havendo outros sendo que o mais antigo conhecido data de 1139. Chegou a haver um projeto de construção de um monumento a Viriato em Loriga, uma ideia que infelizmente não se concretizou, mas a antiga e documentada tradição que liga Loriga a Viriato é recordada no nome da principal rua da área mais antiga do centro histórico da vila, e mais recentemente no evento Loriga Vila Lusitana, inspirado na obra e nas ideias do historiador António Conde. A atual Rua de Viriato, na parte mais antiga do centro histórico da vila, no troço compreendido entre as antigas sedes do G.D.L. e da Casa do Povo, corresponde exatamente a parte da linha defensiva da antiga povoação lusitana.
A estrada romana e uma das duas pontes, ainda existente sobre a Ribeira de Loriga, e com as quais os romanos ligaram Lorica, pertencente à então Lusitânia, ao restante império, merecem destaque. A outra ponte existia sobre a Ribeira de São Bento, ruiu no século XVI após uma grande cheia, e estava situada aproximadamente no mesmo local onde atualmente existe a ponte que ficou conhecida por Ponte do Arrocho, construída em finais do século XIX.
O Bairro de São Ginês (alcunha dada pelos loriguenses a São Gens) é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo, uma antiga ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. São Gens é um santo de origem céltica, martirizado em Arles na Gália,no tempo do imperador Diocleciano. Com o passar dos séculos, os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês, talvez por ser mais fácil de pronunciar.
Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. No local do atual Bairro de São Ginês (alcunha dada pelos loricenses a São Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo, e que atualmente é dedicada a Nossa Senhora do Carmo.

Do século XII à atualidade

Loriga teve a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa, no século XIX e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855, após a aplicação do plano de ordenamento territorial levado a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.
Loriga é uma paróquia antiga, outrora pertencente à Diocese Egitanense na época visigótica, no início da nacionalidade pertencia á Vigariaria do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir, em 1233, pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era o de Santa Maria Maior, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno templo visigótico, também dedicado a Nossa Senhora, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o adro, foi nessa pedra que gravaram a data da construção (1233). De estilo românico, com três naves, com dimensões idênticas ás atuais, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria. Agora que a igreja matriz está liberta do reboco exterior que infelizmente durante muitos anos a cobriu, a alvenaria ajuda a revelar a antiguidade e as alterações feitas ao longo dos mais de oitocentos anos de história deste templo, incluíndo as alterações mais drásticas efetuadas após o terramoto de 1755.
O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã, outra localidade serrana muito afetada, não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
Loriga é uma vila industrial, ligada ao sector têxtil, desde a primeira metade do século XIX, sendo a evolução de uma atividade que já existia em moldes artesanais no século XIII. As primeiras fábricas começaram a funcionar em intalações já existentes e entretanto adaptadas e que foram evoluíndo até que foram construídas as primeiras fábricas de raíz. Loriga chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e Seia, a atual sede de concelho, só conseguiu suplantá-la já em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, entre outras, fazem parte da história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, um dos mais destacados industriais loriguenses. As primeiras fábricas usavam a roda hidráulica como fonte de energia, que era transmitida através de longos veios, com tambores e correias. A roda hidráulica é pois o símbolo maior da indústria loriguense (que fez destacar ainda mais esta vila na região) e é também o símbolo da história e das origens dessa indústria, e por isso o brasão de Loriga tem duas rodas hidráulicas.
A indústria dos lanifícios entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado, fator que contribuiu para agravar e acelerar gravemente a progressiva desertificação da Vila, facto que afeta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido a um deficiente ordenamento do território. De sublinhar que a antiga indústria textil, surgida no início do século XIX em contexto da chamada revolução industrial, acabou por provocar o nascimento de outros tipos de indústria em Loriga. Com o turismo a ganhar cada vez mais relevância atualmente a economia loriguense basea-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no comércio, restauração, a agricultura e pastorícia, estes dois últimos com uma importância reduzida. O turismo jamais será suficiente para sustentar uma população com níveis aceitáveis para uma povoação que tem a categoria de vila, como é o caso de Loriga. Quem tem cinco ou mais décadas de idade e gosta de Loriga sente uma grande dor ao ver o estado a que esta vila chegou, uma vila que já teve uma população que se contava aos milhares.
A área onde existem as freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas, que até Outubro de 1855 faziam parte do Município Loriguense, constituíram as freguesias fundadoras da Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.
Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na área da freguesia de Loriga.

Brasão oficial de Loriga

O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga que tem de cada lado uma roda hidráulica, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado.
A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros são responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica, odeiam o nome da sua terra e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível.
As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utilizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto.
A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga.
Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes, idiotas, cínicos, hipócritas, mentirosos, responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas, os cômoros não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal, e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros.
Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas.
Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa (incluindo as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses) e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão, nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) jamais fazem parte do brasão desta vila. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é a confirmação de que a autarquia considera a Loriga como sendo a peça principal do brasão da vila.

Vila de LORIGA

É preciso sublinhar o facto de que nenhuma povoação portuguesa foi despromovida da sua categoria, seja ela de vila ou de cidade. As antigas vilas, a maioria erradamente tratadas por aldeias e apenas algumas tratadas por aldeias históricas, deixaram de ser sedes de concelho após a reforma efetuada no século XIX, mas nunca foram despromovidas de vilas para aldeias apesar de a categoria de vila estar associada a sede de município. E é também por nunca ter havido essa despromoção que as antigas vilas, hoje erradamente tratadas por aldeias, têm o direito de terem um brasão com uma coroa mural de quatro torres, tal como qualquer vila, seja ela histórica ou moderna.
Os forais elevavam as aldeias à categoria de vila, e quando existiam vários forais (é o caso de Loriga) cada novo foral concedido significava a confirmação dessa categoria de vila. Portanto, no caso das vilas históricas é errado chamar "elevação a vila" porque essa erradamente chamada "elevação" não passa de uma confirmação da categoria de vila que têm desde a primeira concessão de foral. Se essa vila histórica tiver mais do que um foral então essa "elevação a vila" não passa de apenas mais uma confirmação da categoria de vila. A elevação a vila só existe de facto se a localidade nunca recebeu qualquer foral, portanto nunca foi elevada a vila, ou seja trata-se de uma vila moderna.
Também existem cidades históricas e cidades modernas e aqui aplica-se a mesma lógica, no caso das cidades históricas o estatuto de cidade existe desde que foram elevadas a essa categoria no passado. Existem cidades e vilas que não são sedes de concelho, a categoria da povoação não implica que esta tenha o estatuto de município.
Ainda que entretanto desapareçam as condições que levaram à elevação a vila ou a cidade, a promoção e a categoria permanecem, a menos que saia uma lei a decretar a despromoção, algo que nunca aconteceu.
Loriga é uma vila histórica, portanto é um dos casos em que não houve elevação a vila, o que de facto aconteceu em 1989 foi a confirmação da categoria de vila, a anterior confirmação aconteceu em 1514 com o foral novo de D. Manuel I. É a confirmação da categoria de vila que os Loriguenses festejam e devem festejar, tal como já a festejaram no passado, antes de 1989.

Créditos

História de Loriga, com extratos da obra do historiador António Conde "História concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do município", publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipédia, artigo criado pelo historiador António Conde, e em muitos outros sites e em muitas outras publicações. Este grande Loriguense pesquisa a história de Loriga há décadas, á custa de muito sacrifício e de muitas despesas pessoais, criando uma riquissima obra, da qual se podem ler extratos em muitos sites e em muitas outras publicações, incluíndo o site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, assim como também nos artigos sobre Loriga em inglês e em português existentes na Wikipédia e que foram criados por ele. António Conde age, faz, critica o que está mal apresentando sempre soluções, ama apaixonadamente a sua terra e é alérgico á hipocrisia e ás feiras de vaidades. O eficiente, apesar de discreto, mas fortemente documentado trabalho de pesquisa e divulgação que o historiador António Conde tem feito há décadas, tem dado os seus frutos, e grande parte da informação sobre Loriga divulgada por aí deve-se á iniciativa deste grande Loriguense. Este grande Loriguense criou uma riquissima e extensa obra á qual chamou, História concisa da vila de Loriga - Das origens á extinção do município. António Conde age, faz, critica o que está mal apresentando sempre soluções, defende apaixonadamente a sua terra, contribuíu ativamente para o desenvolvimento da sua querida terra-natal, a sua intensa luta por Loriga está fortemente documentada e já foi publicamente elogiada, incluíndo no jornal Garganta de Loriga do qual foi colaborador durante anos. Loriga deve muito a António Conde, um Loriguense de grande cultura, com muitas e diversificadas capacidades, com um QI superior à média, fazendo portanto parte de uma priviligiada minoria. Para além da sua restante obra por Loriga António Conde também desenhou a heráldica de Loriga com aprovação garantida pelas autoridades legalmente competentes, ou seja a Comissão de Heráldica da AAP, sendo considerada a melhor heráldica para esta vila ele desenhou dezenas de outras propostas alternativas, contendo todas a simbologia considerada ideal para Loriga. É um Loriguense de causas, sempre atento ao que se passa na sua querida terra-natal, sempre lutando coerentemente pelo desenvolvimento e pela divulgação de Loriga, não se coibindo de denunciar quem prejudica esta bela e histórica vila, autoridade é aliás e portanto coisa que não lhe falta, começando pela autoridade moral.

LORIGA@site2002

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h* ttp://historyofloriga.files.wordpress.com/2026/01/historia-concisa-de-loriga-pelo-historiador-antonio-conde-extratos-que-publicados-no-site-oficial-da-junta-de-freguesia-de-loriga-na-wikipedia-terras-de-portugal-gentes-de-loriga-etc.pdf

Documentos - Nestes e em outros documentos, publicados neste e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da vila e da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo pode ver-se o logotipo da vila e da junta de freguesia que os pseudo-loriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos Loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais.
Com a sua desonestidade, incluíndo desonestidade inteletual, a sua inveja e a sua incompetência, rejeitam tudo o que conscientemente sabem que é melhor para Loriga se forem obras e ou iniciativas de Loriguenses que invejam e odeiam. Há muitos anos que este tipo de gente prejudica Loriga e é em grande parte responsável pela situação desastrosa a que chegou esta vila!

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HISTORY OF LORIGA - Short summary | HISTORY OF LORIGA - Pequeno resumo

LORIGA | HISTORY OF LORIGA, and more information about the village. | HISTORY OF LORIGA, and more information about the town.

- Information about the beautiful and historic village of Loriga and History of Loriga, with extracts from the work of historian António Conde, "Concise history of the village of Loriga – From the origins to the extinction of the municipality", published on the official website of the Parish Council of Loriga and on this website Terras de Portugal - Memória Portuguesa, on Wikipedia, the article was created by historian António Conde, on many other websites and many other publications. | Information about the town of Loriga and History of Loriga, with excerpts from the work of the historian António Conde, "Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality", and Loriga on Wikipedia, article created by the historian António Conde.

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LORIGA - Short summary

Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a civil parish (Portuguese: freguesia) and town in south-central part of the municipality of Seia, in central Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from the city of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon, nestled in the Serra da Estrela mountain range. The area is 36.52 km², including the two localities, the town of Loriga and the village of Fontão.

History

Loriga was founded along a column between ravines where today the historic centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and lowlands that provided conditions to practice both hunting and gathering/agriculture.

When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to construct a chapel. The Roman road and two bridges (the second was destroyed in the 16th century after flooding in the Ribeira de São Bento) connected the outpost of Lorica to the rest of their Lusitanian province. The São Ginês' neighbouhood (São Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do Carmo, an ancient Visigothic chapel.

Middle Ages

Loriga was the municipal seat since the 12th century, receiving Forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel I).

Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and its Matriz Church was ordered to construct in 1233, by King Sancho II. This church, was to the invocation of Santa Maria Maior, and constructed over the ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a three-nave building, with hints of the Old Cathedral of Coimbra. This structure was destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls were preserved.

Monarchy

The 1755 earthquake resulted in significant damage to the town of Loriga, destroying homes and the parochial residence, in addition to opening-up cracks and faults in the town's larger buildings, such as the historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An emissary of the Marquess of Pombal visited Loriga to evaluate the damage (something that did not happen in other nearby biggest parishes, like Covilhã) and provide support.

The residents of Loriga supported the Asolutionist forces of the Infante Miguel of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars. It ceased to be the seat of a municipality in 1855 after the application of a territorial planning carried out during the XIX century, interestingly the same plan that gave rise to the Districts.

At the time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and Vide, as well as thirty other disincorporated villages.

Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th century. It was one of the few industrialized centres of the region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only Covilhã out-performed Loriga in terms of businesses operating from its lands; companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas, among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry started to decline during the last two decades of the 20th century, a factor that aggravated and accelerated the decline of the region.

Geography

Known locally as the "Portuguese Switzerland" due to its landscape that includes a principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia, along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital (Lisbon). A main town is accessible by the national roadway E.N. 231, that connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).

Economy

The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudinal abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral flanks of these glaciers.

Textiles are the principal local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the beginning-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support services.

While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed totally the parish limits.

Loriga is a historic town in Portugal with a history that dates back over 2,600 years. The town's name comes from the Latin word lorica, which means "armor".

Founding

The town was founded more than 2,000 years ago. The site was chosen for its defensibility, water supply, and pasturelands. The Lusitanians settled the town.

Roman occupation

The Romans called the town Lorica. The town was part of the Roman province of Lusitania. A 1st-century Roman road connected Lorica to the rest of the province.

Visigothic occupation

The Visigoths appropriated some small homes in the Bairro de São Ginês or Genês (Gens) to build a chapel.

Notable people

Viriathus, a famous Lusitanian leader and Portuguese national hero, is known to have been from Loriga.

Coat of arms

The town's coat of arms features the lorica (armor).

Official Coat of Arms of Loriga

The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features:
A Loriga (armor) in the center.
Two hydraulic wheels.
A gold star in the up center.
A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base.
A silver mural crown with four towers on top of the shield.
A silver listel with the black legend "LORIGA".
A quartered flag in blue and white.

The coat of arms was designed by historian António Conde and has been approved by the relevant authorities for the past century.

Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) and two hydraulic wheels. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.

Loriga@site2002

History of Loriga - Excerpts from the work of the historian António Conde, "Concise History of the town of Loriga - From the Origins to the extinction of the municipality", and Loriga on Wikipedia - Article created by the historian António Conde.

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Documentos - Nestes e em outros documentos, publicados neste e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da vila e da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo pode ver-se o logotipo da vila e da junta de freguesia que os pseudo-loriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos Loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais.
Com a sua desonestidade, incluíndo desonestidade inteletual, a sua inveja e a sua incompetência, rejeitam tudo o que conscientemente sabem que é melhor para Loriga se forem obras e ou iniciativas de Loriguenses que inveijam e odeiam. Há muitos anos que este tipo de gente prejudica Loriga e é em grande parte responsável pela situação desastrosa a que chegou esta vila!

Informação sobre a bela e histórica vila de Loriga e História de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e neste ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipedia, o artigo sobre Loriga foi criado po historiador António Conde, e em muitos outros sites e em muitas outras pblicações.

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LORIGA

Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a civil parish (Portuguese: freguesia) and town in south-central part of the municipality of Seia, in central Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from the city of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon, nestled in the Serra da Estrela mountain range. The area is 36.52 km², including the two localities, the town of Loriga and the village of Fontão.

History

Loriga was founded along a column between ravines where today the historic centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and lowlands that provided conditions to practice both hunting and gathering/agriculture.

When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to construct a chapel. The Roman road and two bridges (the second was destroyed in the 16th century after flooding in the Ribeira de São Bento) connected the outpost of Lorica to the rest of their Lusitanian province. The São Ginês' neighbouhood (São Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do Carmo, an ancient Visigothic chapel.

Middle Ages

Loriga was the municipal seat since the 12th century, receiving Forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel I).

Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and its Matriz Church was ordered to construct in 1233, by King Sancho II. This church, was to the invocation of Santa Maria Maior, and constructed over the ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a three-nave building, with hints of the Old Cathedral of Coimbra. This structure was destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls were preserved.

Monarchy

The 1755 earthquake resulted in significant damage to the town of Loriga, destroying homes and the parochial residence, in addition to opening-up cracks and faults in the town's larger buildings, such as the historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An emissary of the Marquess of Pombal visited Loriga to evaluate the damage (something that did not happen in other nearby biggest parishes, like Covilhã) and provide support.

The residents of Loriga supported the Asolutionist forces of the Infante Miguel of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars. It ceased to be the seat of a municipality in 1855 after the application of a territorial planning carried out during the XIX century, interestingly the same plan that gave rise to the Districts.

At the time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and Vide, as well as thirty other disincorporated villages.

Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th century. It was one of the few industrialized centres of the region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only Covilhã out-performed Loriga in terms of businesses operating from its lands; companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas, among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry started to decline during the last two decades of the 20th century, a factor that aggravated and accelerated the decline of the region.

Geography

Known locally as the "Portuguese Switzerland" due to its landscape that includes a principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia, along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital (Lisbon). A main town is accessible by the national roadway E.N. 231, that connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).

Economy

The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudinal abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral flanks of these glaciers.

Textiles are the principal local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the beginning-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support services.

While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed totally the parish limits.

Loriga is a historic town in Portugal with a history that dates back over 2,600 years. The town's name comes from the Latin word lorica, which means "armor".

Founding

The town was founded more than 2,000 years ago. The site was chosen for its defensibility, water supply, and pasturelands. The Lusitanians settled the town.

Roman occupation

The Romans called the town Lorica. The town was part of the Roman province of Lusitania. A 1st-century Roman road connected Lorica to the rest of the province.

Visigothic occupation

The Visigoths appropriated some small homes in the Bairro de São Ginês or Genês (Gens) to build a chapel.

Notable people

Viriathus, a famous Lusitanian leader and Portuguese national hero, is known to have been from Loriga.

Coat of arms

The town's coat of arms features the lorica (armor).

Official Coat of Arms of Loriga

The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features:
A Loriga (armor) in the center.
Two hydraulic wheels.
A gold star in the up center.
A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base.
A silver mural crown with four towers on top of the shield.
A silver listel with the black legend "LORIGA".
A quartered flag in blue and white.

The coat of arms was designed by historian António Conde and has been approved by the relevant authorities for the past century.

Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) and two hydraulic wheels. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga's heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga's logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.

Loriga@site2002

History of Loriga - Excerpts from the work of the historian António Conde, "Concise History of the town of Loriga - From the Origins to the extinction of the municipality", and Loriga on Wikipedia - Article created by the historian António Conde.

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Documents - In these and other documents, published on this and many other websites, you can see extracts from the work of historian António Conde published on the official website of the town and the Parish Council of Loriga. In the upper left corner you can see the logo of the village and the parish council that the pseudo-Loriguenses wanted to eliminate because they were ashamed of the name of their land, the same main reason why they also wanted to eliminate Loriga in the town's coat of arms. Another strong reason is the fact that they hate the historian António Conde, the author of this coat of arms, so they also put petty personal motivations above the interests and image of Loriga, and this shameful case of heraldry is not the only one in which this type of people damaged Loriga and the image of the people of Loriga in the name of hatred, envy and other petty personal motivations.
With their dishonesty, including intellectual dishonesty, their envy and their incompetence, they reject everything that they consciously know is best for Loriga if they are works and/or initiatives of Loriguenses that they envy and hate. For many years, this type of people has harmed Loriga and is largely responsible for the disastrous situation that this village has reached!

Information about the beautiful and historic village of Loriga and History of Loriga – Extracts from the work of the historian António Conde, "Concise history of the village of Loriga – From the origins to the extinction of the municipality", published on the official website of the Parish Council of Loriga and on this website Terras de Portugal - Memória Portuguesa, on Wikipedia, the article on Loriga was created by the historian António Conde, and on many other sites and on many other publications.

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MAIS INFORMAÇÃO SOBRE A VILA DE LORIGA - MORE INFORMATION ABOUT THE TOWN OF LORIGA

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Freguesias da Região de Loriga [área do antigo Município Loriguense e Sandomil].

Alvoco da Serra

Alvoco da Serra é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 37,57 km² de área e 333 habitantes (2021). Densidade: 8,86 hab/km². A freguesia é constituída por cinco localidades: Alvoco da Serra (sede da freguesia), Outeiro da Vinha, Vasco Esteves de Baixo, Vasco Esteves de Cima e Aguincho. Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I em 17 de Fevereiro de 1514, data em que deixou de pertencer ao concelho de Loriga. Foi vila e sede de concelho entre esta data e 1828, ano em que o concelho foi extinto. Tinha, em 1801, 667 habitantes. Entre 1828 e 1855 pertenceu novamente ao concelho de Loriga, após o que passou a integrar o concelho de Seia. A paróquia de Alvoco da Serra esteve sempre dependente da paróquia de Loriga mesmo durante a época em que Alvoco foi sede de concelho.

Cabeça

Cabeça é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 8,55 km² de área e 189 habitantes (2021). Densidade: 22,10 hab/km². Cabeça pertenceu ao concelho (desde 1136 até 1855), á paróquia (desde o século VI até 1806) e à freguesia de Loriga (até 1800), e durante muitos anos foi conhecida como São Romão do Casal da Cabeça.
Foi elevada a freguesia por alvará do rei D. João VI em 13 de janeiro de 1800. Em 12 de maio de 1806 teve a desanexação da paróquia de Loriga. A sua população vive em grande parte da agricultura e da pastorícia.
António de Almeida Santos, ministro em vários Governos, Presidente da Assembleia da República, Presidente do Partido Socialista, filho de um vidense e de uma loricense, nasceu em Cabeça, numa época em que a sua mãe dava aulas na escola primária local.
A milenar ligação entre Cabeça e Loriga é também afetiva, ajudada pela proximidade geográfica e pelo facto de Loriga ter sido sempre a sua prestadora de bens e serviços. Esta realidade foi desprezada durante a caricatamente chamada reforma administrativa em 2013 em que foram extintas muitas freguesias com critérios de agregação no mínimo duvidosos. A solução de agregação usado para a extinção da freguesia de Cabeça teve como base argumentos falsos, que por isso até foram alvo de chacota na região onde quase toda a gente tem a noção do que esteve por detrás da solução de agregação que foi decidida inclusive contra a vontade dos cabecenses. Um verdadeiro escândalo numa reforma administrativa realizada no século XXI, estando em vigor um regime supostamente democrático, em que os políticos agiram como se estivessem no século XIX ou até em épocas ainda mais retrógradas, e os dois maiores partidos, PS e PSD, ficaram muito mal vistos neste vergonhoso processo, e tanto os Loriguenses como os Cabecenses "sentiram que levaram uma facada nas costas".

Sazes da Beira

Sazes da Beira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 6,39 km² de área e 245 habitantes (2021). Densidade: 38,34 hab/km². A primeira fixação definitiva deu-se no século XV, no lugar chamado de “Sazes Velho”. Em 1527 tinha a aldeia 65 pessoas. No entanto e continuando à procura de proximidade da água levou à fundação do que é hoje a aldeia de Sazes da Beira propriamente dita.
Não se sabe a data da fundação da sua freguesia/paróquia, mas sabe-se que foi no início do século XVIII. Em 1731 é edificada a sua Igreja Matriz.
Desde a sua fundação, Sazes pertenceu sempre ao concelho de Sandomil até à extinção deste em 1836, data em que passou a pertencer ao município de Loriga. No meio de todas as remodelações administrativas sofridas (em que Sandomil esteve prestes a pertencer ao concelho de Loriga), a freguesia de Sazes (correspondente a todo o território da sua paróquia) pertenceu ao concelho de Loriga até 1855, data em que este foi extinto.

Teixeira

Teixeira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 12,88 km² de área e 146 habitantes (2021). Densidade: 1 1,33 hab/km². Pertenceu ao concelho de Loriga até 1514 data em que Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I, passando depois a fazer parte da paróquia da Vide no início do século XVII. Voltou a ser incluída plenamente no município de Loriga, a partir de 1828 e até 1855, passando então para o concelho de Seia ao qual pertence actualmente.

Valezim

Valezim é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 10,94 km² de área, 242 habitantes (2021) e densidade populacional de 22,12 hab/km². A hipótese mais aceite é que o nome provém de vallecinus (palavra do latim para vale pequeno).
Existe uma lenda sobre a origem do nome desta aldeia, que não faz sentido, mas que tal como muitas outras lendas teve origem em factos históricos reais. Segundo essa lenda os mouros terão sido expulsos de Loriga e ao chegarem ao local exclamaram: neste vale sim! De facto a dada altura os mouros foram expulsos de Loriga, e até é possível que tenham fundado a povoação, mas concerteza que não falavam português.
Valezim é uma das muitas "aldeias históricas" que infelizmente nunca foram reconhecidas como tal, o mesmo aconteceu com Cabeça, Alvoco e Sandomil, e tal como muitas outras localidades históricas, e como fruto da incompetência dos autarcas, a sua heráldica não honra os seus pergaminhos. Essa mesma incompetência dos autarcas em relação á heráldica também se verificou em Loriga, a diferença é que os Loriguenses não se conformaram com um brasão ridículo e obrigaram os autarcas a corrigir a porcaria que quiseram fazer.
As principais actividades económicas da população estão ligadas à agricultura e pastorícia, turismo de habitação e à construção civil. O seu primeiro foral é atribuído em 1201, por D. João de Foyle. Em 1514 é renovado por D. Manuel I, e passa constituir um concelho formado apenas pela freguesia da sede. Entre os anos de 1836 e 1855 pertenceu ao concelho de Loriga. Nessa data foi integrado no concelho de Seia, onde pertence.
A sua maior festividade é em honra de Nossa Senhora da Saúde, realizada anualmente, no primeiro Domingo de Setembro.

Vide

Vide é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 51,25 km² de área e 380 habitantes (2021), com uma densidade populacional de 7,41 hab/km². Está situada na zona centro do país, no Parque Natural da Serra da Estrela, a uma distância de 25 Km da Torre.
A freguesia engloba as seguintes e pequenas povoações anexas: Abitureira, Baiol, Balocas, Baloquinhas, Barreira, Barriosa, Barroco da Malhada, Borracheiras, Carvalhinho, Casal do Rei, Casas Figueiras, Cide, Chão Cimeiro, Coucedeira, Costeiras, Fontes do Cide, Foz da Rigueira, Foz do Vale, Frádigas, Gondufo, Lamigueiras, Malhada das Silhas, Monteiros, Muro, Obra, Outeiro, Ribeira, Rodeado, Sarnadinha, Silvadal e Vale do Cide.
Em Vide nasceu o pai de António de Almeida Santos que foi ministro em vários Governos, foi Presidente da Assembleia da República e Presidente do Partido Socialista. Filho de uma loricense, nasceu em Cabeça, numa época em que a sua mãe dava aulas na escola primária local.
Vide pertenceu sempre ao concelho de Loriga e no início do século XVII ganhou alguma autonomia com a promoção a paróquia mas continuando dependente de Loriga e sem nunca ter recebido foral e consequentemente nunca teve categoria de vila, facto que se reflete no seu brasão que tem apenas três torres na sua coroa mural (as antigas vilas, tal como as modernas, têm direito a um brasão com coroa mural de quatro torres).
Essa situação ambígua durou até ao início do século XIX (1834), tendo nessa época sido reintegrada plenamente no município loriguense até 1855, ano em que foi integrada no concelho de Seia. Em 1801 era constituída apenas pela sede e tinha 750 habitantes.
Últimos estudos, levados a cabo em 2002, confirmam que o povoamento do Vale de Loriga em cujo extremo se encontra Vide, remonta aos finais do Paleolítico Superior. Entre as zonas de Entre-águas e de Ferraduras, nesta freguesia, há alguns núcleos rochosos que possuem várias inscrições rupestres, os maiores descobertos até agora, que foram objeto de estudo por parte da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica, e que segundo os traços gerais apresentados, pertencem à Idade do Bronze. No entanto existem outros vestigios dessa época, que se estendem ao logo do Vale de Loriga, desde Vide até ás proximidades da vila de Loriga.
A aldeia de Vide tem vários acessos sendo os principais a EN 230, que vem de Oliveira do Hospital e entrontronca com a EN231, e a EN 238, na Portela de Loriga, cruzamento com a EN 231 que une Loriga a Seia.

Sandomil

Sandomil é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga com 13,22 km² de área[1] e 745 habitantes (censo de 2021), tendo, por isso, uma densidade populacional de 56,4 hab./km².
Foi vila e sede de concelho desde o século XIII, tendo recebido foral de D. Afonso III tal como Loriga. O concelho era constituído por uma freguesia e Sazes, e tinha, em 1801, 1726 habitantes. Após as reformas administrativas de 1836, foram-lhe anexadas as freguesias de São Gião, Folhadosa, Torrozelo e Vila Cova à Coelheira. Tinha, em 1849, 4427 habitantes. O Decreto de 24 de Outubro de 1855 extinguiu o concelho, transitando o seu território para o (atual município) de Seia.
Sandomil aparece com o nome de Sandimir em documentos do século XI, XII e XIII, inclusive nas Inquirições de D. Afonso III, passando depois para Sandomil. As Terras de Sandimir, tal como as Terras de Lorica (Terras de Loriga, que incluíam a área atualmente pertencente ás freguesias de Cabeça, Alvoco da Serra, Vide e Teixeira), foram doadas por D. Afonso Henriques a D. João Viegas, conhecido pela alcunha de João Rânia.
A freguesia é conhecida por "Princesa do Alva" devido às várzeas de terrenos férteis e ao aproveitamento das águas do rio Alva, sendo a pequena agricultura familiar ainda um importante modo de vida. Quando Loriga era uma progressiva vila industrial era comum os agricultores de Sandomil deslocarem-se a Loriga para venderem os seus produtos agrícolas no mercado local. Principalmente aos domingos assistia-se a uma espécie de romaria entre Sandomil e Loriga na qual era muito utilizada a velhinha estrada romana entre a Portela de Loriga e a vila, esta realidade criou ainda mais laços afetivos que ainda perduram entre as duas localidades.

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Civil Parishes of the Loriga Region [area of the former Municipality of Loriguense and Sandomil].

Alvoco da Serra

Alvoco da Serra is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 37.57 km² and 333 inhabitants (2021). Density: 8.86 inhabitants/km². The parish consists of five localities: Alvoco da Serra (seat of the parish), Outeiro da Vinha, Vasco Esteves de Baixo, Vasco Esteves de Cima and Aguincho. Alvoco da Serra received a charter from King Manuel I on February 17, 1514, the date on which it ceased to belong to the municipality of Loriga. It was a town and county seat between this date and 1828, the year in which the county was extinguished. In 1801, it had 667 inhabitants. Between 1828 and 1855 it belonged again to the municipality of Loriga, after which it became part of the municipality of Seia. The parish of Alvoco da Serra has always been dependent on the parish of Loriga even during the time when Alvoco was the county seat.

Head

Cabeça is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 8.55 km² and 189 inhabitants (2021). Density: 22.10 inhabitants/km². Cabeça belonged to the municipality (from 1136 to 1855), to the parish (from the sixth century to 1806) and to the parish of Loriga (until 1800), and for many years it was known as São Romão do Casal da Cabeça.
It was elevated to a parish by charter of King João VI on January 13, 1800. On May 12, 1806, the parish of Loriga was detached. Its population lives largely from agriculture and pastoralism.
António de Almeida Santos, minister in several Governments, President of the Assembly of the Republic, President of the Socialist Party, son of a Vidense and a Loricense, was born in Cabeça, at a time when his mother taught at the local primary school.
The millennial connection between Cabeça and Loriga is also affective, helped by the geographical proximity and the fact that Loriga has always been its provider of goods and services. This reality was despised during the caricatured administrative reform in 2013 in which many parishes with dubious aggregation criteria were extinguished. The aggregation solution used for the extinction of the parish of Cabeça was based on false arguments, which were therefore even the target of ridicule in the region where almost everyone has the notion of what was behind the aggregation solution that was decided even against the will of the Cabecenses. A real scandal in an administrative reform carried out in the 21st century, with a supposedly democratic regime in force, in which politicians acted as if they were in the 19th century or even in even more retrograde times, and the two largest parties, PS and PSD, were very badly seen in this shameful process, and both Loriguenses and Cabecenses "felt that they were stabbed in the back".

Sazes da Beira

Sazes da Beira is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 6.39 km² and 245 inhabitants (2021). Density: 38.34 inhabitants/km². The first definitive settlement took place in the fifteenth century, in the place called "Sazes Velho". In 1527 the village had 65 people. However, and continuing to search for proximity to the water, it led to the foundation of what is now the village of Sazes da Beira itself.
The date of the foundation of its parish is not known, but it is known that it was at the beginning of the eighteenth century.
Since its foundation, Sazes has always belonged to the municipality of Sandomil until its extinction in 1836, when it became part of the municipality of Loriga. In the midst of all the administrative reshuffles suffered (in which Sandomil was about to belong to the municipality of Loriga), the parish of Sazes (corresponding to the entire territory of its parish) belonged to the municipality of Loriga until 1855, when it was extinguished.

Teixeira

Teixeira is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 12.88 km² and 146 inhabitants (2021). Density: 1 1.33 inhabitants/km². It belonged to the municipality of Loriga until 1514, when Alvoco da Serra received a charter from King Manuel I, then became part of the parish of Vide in the early seventeenth century.

Valezim

Valezim is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 10.94 km², 242 inhabitants (2021) and a population density of 22.12 inhabitants/km². The most accepted hypothesis is that the name comes from vallecinus (Latin word for small valley).
There is a legend about the origin of the name of this village, which makes no sense, but like many other legends it originated from real historical facts. According to this legend, the Moors were expelled from Loriga and when they arrived at the place they exclaimed: in this valley yes! In fact, at some point the Moors were expelled from Loriga, and it is even possible that they founded the village, but they certainly did not speak Portuguese.
Valezim is one of the many "historical villages" that unfortunately have never been recognized as such, the same happened with Cabeça, Alvoco and Sandomil, and like many other historical localities, and as a result of the incompetence of the mayors, its heraldry does not honor its parchments. This same incompetence of the mayors in relation to heraldry was also verified in Loriga, the difference is that the people of Loriga did not settle for a ridiculous coat of arms and forced the mayors to correct the crap they wanted to do.
The main economic activities of the population are linked to agriculture and pastoralism, housing tourism and civil construction. Its first charter was granted in 1201 by King John of Foyle. In 1514 it was renovated by King Manuel I, and became a municipality formed only by the parish of the headquarters. Between 1836 and 1855 it belonged to the municipality of Loriga. On that date he was integrated into the municipality of Seia, where he belongs.
Its greatest festivity is in honor of Our Lady of Health, held annually on the first Sunday of September.

See

Vide is a Portuguese parish in the Loriga Region, with an area of 51.25 km² and 380 inhabitants (2021), with a population density of 7.41 inhabitants/km². It is located in the central area of the country, in the Serra da Estrela Natural Park, at a distance of 25 km from the Tower.
The parish encompasses the following small annexed villages: Abitureira, Baiol, Balocas, Baloquinhas, Barreira, Barriosa, Barroco da Malhada, Borracheiras, Carvalhinho, Casal do Rei, Casas Figueiras, Cide, Chão Cimeiro, Coucedeira, Costeiras, Fontes do Cide, Foz da Rigueira, Foz do Vale, Frádigas, Gondufo, Lamigueiras, Malhada das Silhas, Monteiros, Muro, Obra, Outeiro, Ribeira, Rodeado, Sarnadinha, Silvadal and Vale do Cide.
In Vide was born the father of António de Almeida Santos, who was a minister in several Governments, was President of the Assembly of the Republic and President of the Socialist Party. Son of a Loricense, he was born in Cabeça, at a time when his mother taught at the local primary school.
Vide has always belonged to the municipality of Loriga and at the beginning of the seventeenth century it gained some autonomy with the promotion to parish but continuing to depend on Loriga and without ever having received a charter and consequently never had the category of village, a fact that is reflected in its coat of arms that has only three towers in its mural crown (the old villages, like the modern ones, they are entitled to a coat of arms with a mural crown of four towers).
This ambiguous situation lasted until the beginning of the nineteenth century (1834), and at that time it was fully reintegrated into the municipality of Loriguense until 1855, the year in which it was integrated into the municipality of Seia. In 1801 it consisted only of the headquarters and had 750 inhabitants.
Latest studies, carried out in 2002, confirm that the settlement of the Loriga Valley, at the end of which Vide is located, dates back to the end of the Upper Palaeolithic. Between the areas of Entre-águas and Ferraduras, in this parish, there are some rock cores that have several rock inscriptions, the largest discovered so far, which were the object of study by the Portuguese Association for Archaeological Research, and which, according to the general features presented, belong to the Bronze Age. However, there are other vestiges of that time, which extend along the Loriga Valley, from Vide to the vicinity of the village of Loriga.
The village of Vide has several accesses, the main ones being the EN 230, which comes from Oliveira do Hospital and junction with the EN231, and the EN 238, at Portela de Loriga, intersection with the EN 231 that joins Loriga to Seia.

Sandomil

Sandomil is a Portuguese parish in the Loriga Region with an area of 13.22 km²[1] and 745 inhabitants (2021 census), thus having a population density of 56.4 inhabitants/km².
It was a town and county seat since the thirteenth century, having received a charter from D. Afonso III as well as Loriga. The municipality consisted of a parish and Sazes, and had, in 1801, 1726 inhabitants. After the administrative reforms of 1836, the parishes of São Gião, Folhadosa, Torrozelo and Vila Cova were annexed to Coelheira. In 1849, it had 4427 inhabitants. The Decree of October 24, 1855 extinguished the municipality, transferring its territory to the (current municipality) of Seia.
Sandomil appears under the name of Sandimir in documents from the eleventh, twelfth and thirteenth centuries, including in the Inquiries of D. Afonso III, later passing to Sandomil. The Lands of Sandimir, as well as the Lands of Lorica (Lands of Loriga, which included the area currently belonging to the parishes of Cabeça, Alvoco da Serra, Vide and Teixeira), were donated by D. Afonso Henriques to D. João Viegas, known by the nickname of João Rânia.
The parish is known as "Princesa do Alva" due to the floodplains of fertile land and the use of the waters of the Alva River, and small family farming is still an important way of life. When Loriga was a progressive industrial town, it was common for farmers from Sandomil to travel to Loriga to sell their agricultural products at the local market. Especially on Sundays there was a kind of pilgrimage between Sandomil and Loriga in which the old Roman road between Portela de Loriga and the village was widely used, this reality created even more affective bonds that still last between the two locations.

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PEQUENO RESUMO DA VERGONHOSA E AINDA NÃO CONCLUÍDA HISTÓRIA DO BRASÃO DE LORIGA - HISTORY OF THE COAT OF ARMS OF LORIGA

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