Vasco Esteves de Cima é uma aldeia da freguesia de Alvoco da Serra, concelho de Seia. A aldeia está situada em plena Serra da Estrela a uma altitude de 700 metros.
Toponímia
O topónimo de Vasco Esteves de Cima contrasta com a vizinha povoação de Vasco Esteves de Baixo. Várias foram as suas designações para o distinguir daquele seu homónimo: Vasco Esteves do Cabo, de lá, d’ Alem e finalmente Vasco Esteves de Cima. Vasco Esteves deve ter sido um rico proprietário que desbravou, valorizou e transformou a agricultura e pecuária desta zona, impondo-se pelo seu dinamismo, e espírito de iniciativa aos outros casais. Com um perfil de chefia reconhecido por todos. O topónimo será assim a expressão da admiração que lhe votaram os seus contemporâneos e descendentes.
Caracterização
Segundo o recenseamento de 1950, Vasco Esteves de Cima tinha 44 fogos, 71 homens e 80 mulheres, à razão de 3,4 habitantes por fogo, enquanto Vasco Esteves de Baixo tinha 3,07 habitantes por casal. A localização geográfica de Vasco Esteves de Cima é digna de uma aguarela: O casario, pobre e ao mesmo tempo nobre, típico, belo, enquadrado no meio ambiente, emoldurado por uma vegetação de pinheiros, acácias, oliveiras, figueiras e videiras, que se entende sobranceira e alcantilada à ilharga do caminho, que do povo de Vasco Esteves de Baixo se dirigia para a Teixeira. A capela de Nossa Senhora da Conceição, a única mancha branca no conjunto xistoso, parecia um ninho do céu, iluminando e protegendo o seu povo. A primeira vez que passei por Vasco Esteves de Cima, acompanhando uma multidão de Alvoco e povos anexos, tendo à o frente o Padre Jaime, foi em Outubro de 1944, quando se realizou a homenagem prestada ao benemérito Padre Manuel Pedro de Gouveia, que vivia na freguesia da Teixeira e que “ganhou no céu”, como reza o povo, a caminho de Alvoco durante vinte e três anos de ministério sacerdotal, desistindo, apenas, vergado pela doença, idade e muitos trabalhos. Nessa ocasião, passei curioso e meditativo, deixando à esquerda a capela e a fonte situada no barroco com o seu lavadouro. Quando dobrei a curva do caminho, na sequência do cabeço de Nossa Senhora de Bom Parto e olhei para trás, julguei ver uma aparição, um presépio vivo e encantador, no qual sobressaia o branco dos caixilhos e cortinados de renda, no cinzento xistoso do conjunto. Os socalcos, as figueiras e latadas dos quintais, davam-lhe uma graça única, castiça, esteticamente muito bela. Guardei esta imagem com admiração para memória futura. Nos anos cinquenta todas as famílias tinham a sua habitação própria no primeiro andar. Na loja são guardadas as arcas do milho, os pipos do vinho, o pote do azeite, a salgadeira, a queijeira, onde se guardam os produtos da terra e as ferramentas de trabalho. As casas são frescas e húmidas, por estarem encostadas ao monte. O primeiro andar tem, em regra, uma grande sala, dois quartos e a cozinha. No forro, guarda-se a lenha. Como vivia este povo? Vasco Esteves de Cima é o povo que está mais afastado da ribeira de Alvoco, mas, como os outros povos vive do amanho das terras, normalmente encravadas em pequenos barrocos, alimentadas por pequenas fontes, que secam em anos de estiagem.
A cultura principal é o milho associado à pluricultura do feijão, batata, couves, nabos, alhos, cebolas, hortaliças e outras. Há também oliveiras, videiras, pereiras, macieiras, cerejeiras, figueiras, pessegueiros, castanheiros e medronheiros. As encostas estão cobertas de pinheiros e mato rasteiro, aproveitado para a pastagem do gado caprino também para estrume e lenha. Há três fornos particulares onde todos vão cozer pão de milho, para consumo próprio. Não há taberna, uma vez que todas as famílias produzem vinho para consumo próprio. Apenas António Eusébio da Silva tem porta aberta para vender mercearia. Como artistas há apenas um carpinteiro, António Pereira Simão e um funileiro, José Antunes. Todas as restantes famílias vivem do amanho dos campos e uma ou outra, quando a necessidade urge, dedicam-se a fazer carvão. O Padre Jaime regista: “É um povo que está condenado a não poder aumentar, visto não poder aumentar as terras de cultivo. E assim a sua gente dá-se à emigração, nomeadamente para a Argentina, Brasil, Lisboa, Covilhã, Minas da Panasqueira, Unhais da Serra, onde têm feito grandes fortunas, ou, pelo menos, conseguem o indispensável para viver desafogadamente”. (…) “Os homens e rapazes apresentam-se bem vestidos, igualmente as crianças e mulheres e muito melhores as raparigas. Os rapazes saem bastante para Lisboa e outras localidades.”
Todos os rapazes e raparigas sabem ler e escrever, os pais têm neste ponto o maior cuidado com os filhos. Todos fazem exame. Depois da idade escolar ajudam o país no cultivo das terras, que é feito geralmente pelas mulheres, pois os homens procuram trabalho no exterior. As raparigas ajudam na agricultura e dedicam-se ao serviço da casa e à costura. Da estrada para cima as encostas são, na sua maior parte baldios, propriedade da Junta da Freguesia. Os terrenos junto das terras de cultivo são terras de tapada. Quase todas as famílias têm um pequeno rebanho de 7 a 10 cabras: “Na canada, pelas 8 horas da manhã juntam-se várias cabradas levadas para o mato por um membro de cada família, alternadamente. Ao fim da tarde, voltam para ‘chega’, levadas por cada um dos seus donos”. Claro está que esta pequena cabrada é uma mais valia para a economia e alimentação familiar, para o enriquecimento das terras de cultivo com o estrume que produzem, para fecundar das terras. Nas décadas de 1930 e 1940, Vasco Esteves de Cima viu abertas as portas para o mundo exterior. Em 1936 completou-se o troço da estrada para a Covilhã e em 1949 ficou concluída a ligação, entra Covilhã e Nelas. Apesar de Vasco Esteves de Cima ter uma fonte de muito boa qualidade junto ao caminho, não havia nenhum fontanário e um tanque para lavar a roupa, ajudado pela Junta de Freguesia que deu os materiais e por Laureano dos Santos que pagou a despesa dos artistas. Inaugurou-se em 21 de Maio de 1948. Nos finais da década de 1950 até aos inícios da década de 1980, Vasco Esteves de Cima usufruiu de um outro bem apreciável: as suas crianças não tinham de se deslocar para a frequência escolar, pois foi criada uma escola, num edifício que o povo construiu para o efeito. Até aos 1913 e a partir do encerramento da sua Escola, as crianças frequentavam a Escola de Vasco Esteves de Baixo. A taxa de escolaridade é elevada. “Todas as crianças frequentavam a escola”, regista o Padre Jaime.
A Família Santos Marques
A família Santos Marques, à qual estão ligadas a maior parte das famílias da povoação, é a família mais numerosa e importante da localidade. Do tronco desta família descende António Marques Rei, casado com Ana Margarida que tiveram os seguintes filhos: Ana Margarida, Maria Margarida, José Mendes Rei, Jerónimo Marques e António Marques Rei, que casou com Máxima Rosa dos Santos, filha de João dos Santos Gonçalves e Rosa dos Santos, natural dos Trigais e irmã de Carolina Rosa dos Santos, João Gonçalves dos Santos, Jerónimo dos Santos, Maximino dos Santos Gonçalves e José dos Santos. António Marques Rei e Máxima Rosa dos Santos foram pais de Maria dos Anjos dos Santos Marques, Padre Alfredo dos Santos Marques, João dos Santos Marques, Maria da Anunciação dos Santos e Joaquim dos Santos Marques. Maria dos Anjos Santos Marques casou e viveu em Vasco Esteves de Cima até 1949, data em que os filhos a levaram para a Covilhã. Como a sua ficava à beira do caminho “era obrigatória a visita diária à comadre de todas as idosas, à madrinha de todos os rapazes e raparigas, à prima de todos os habitantes do Povo”. Quando o Pároco precisava de comer, o missionário precisava de ficar a semana inteira, para alguma pregação, era na casa da venerável anciã que eram acolhidos. O seu irmão, João dos Santos Marques, começou desde muito cedo a administrar as fábricas de lanifícios do conde da Covilhã que lhe veio a dar sociedade. Mais tarde construiu uma fábrica em Unhais da Serra, onde se estabeleceu. Como o Negócio não lhe corria bem, o seu irmão Padre Alfredo dos Santos Marques, que paroquiava a freguesia de S. Gião, transferiu-se para a Covilhã, em 1918, onde tinha uma fábrica. Em 1921 começa a paroquiar Unhais da Serra, para onde traz as máquinas que tinha na Covilhã e em 1930 construiu a Penteadora. No Covão de Ferro mandou construir uma barragem e nas encostas da Serra quatro centrais eléctricas que produzem energia para a Penteadora e para consumo público. Desejando fazer bem aos seus operários faz um regulamento em que os obrigava a uma certa poupança, que recebiam por ocasião do casamento, doença, construção de casa ou saída da fábrica. Em 1934, por motivos de surdez, deixa a paroquialidade da freguesia. Nesse mesmo ano recebe a condecoração da Ordem de Benemerência das mãos do ministro do Comércio e Indústria, Engenheiro Sebastião Ramires. José Eusébio da Silva, outro natural de Vasco Esteves de Cima,”montou na Covilhã um armazém de mercearias que vende bastante bem”, regista o Padre Jaime
A Capela
A primeira capela de Vasco Esteves de Cima tem como Orago Nossa Senhora da Conceição e deve ter começado a construir-se em 1649, como consta dos Livros de Visitações. O Livro de Visitações de 1650, folhas 50, reza assim: “E ordeno assim aos do Casal d’ Alem mandarão acabar a que têm começado em tempo de um mês com pena de dois mil reis. E tendo acabada achando o Padre-cura estar decente e com perfeição poderá dizer missa nela para o que lhe concedo licença”. Em 1651, folhas 53, verso, regista: “Os moradores do casal d’ Alem não deram fim à sua ermida condeno a Fernão da Silva e Pedro de Gouveia em 500 reis cada um que pagarão dentro de três dias sob a pena de excomunhão maior e o Padre cura os dê por públicos excomungados e até a visitação futura dêem fim à capela sob as penas passadas”. Em 1654, folhas 59, o verso: “Também Fernão da Silva ponhas as portas na sua ermida mais o for necessário e seu cunhado Pedro de pena de 800 reis”. Em 1655, folhas 61, verso: Fernão da Silva e seu cunhado Pedro de Gouveia não fizeram as portas na sua ermida. Pagarão pois 500 reis sob a pena de excomunhão dentro de dois dias”. Nos anos seguintes, o Livro de Visitações não volta a mencionar a capela de Vasco Esteves de Cima, embora continue a falar da capela de Vasco Esteves de Baixo, sinal de que deveria ter sido concluída. Segundo a tradição oral, Vasco Esteves de Cima tinha nessa altura 7 moradores, o que na linguagem da época significativa 7 fogos ou famílias, o que equivalia a um esforço quase sobre-humano, apesar da dimensão da capela que tem 11 metros de comprimento, cinco de largura e quatro de altura. Em 1913, construiu-se uma torre de madeira para aí ser colocado o sino e o relógio, que então foi comprado, graças a uma subscrição dos naturais de Vasco Esteves de Cima, residentes no Brasil. A capela não tem capela-mor, nem arco cruzeiro. Apenas um degrau separa o altar da zona da assembleia. Tem um altar barroco, coro alto, com porta para o exterior e uma fresta de cada lado da porta principal da capela. É soalhada de castanho sendo o forro da mesma madeira. As imagens de Nossa Senhora da Conceição, S. José e duas cruzes de altar são de madeira, enquanto as imagens do Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora de Lurdes, S. João e Menino Jesus, são em gesso.
A Construção da Nova Capela
O principal impulsionador da nova capela construída no Cabeço e que tem como Orago Nossa Senhora do Bom Parto, foi o Padre Jaime recém-chegado à paroquialidade de Alvoco. Em 1944, na tarde do Domingo do Bom Pastor, acompanhado de António Dias Fontes, dirigiu-se a Vasco Esteves de Cima para se fazer um orçamento de reparação da terra da capela, que estava em ruínas. O Padre Jaime, ao verificar o montante elevado da reparação da velha torre de madeira, propôs ao Tesoureiro da Capela, António Antunes a construção duma nova capela, no sítio do cabeço, para aí ser colocado o sino e o relógio. A sugestão foi considerada óptima e o projecto da reparação da velha torre sineira foi abandonado. Alguns dias depois, o Padre Jaime dirige-se a Unhais para falar com o Padre Alfredo Marques sobre a iniciativa em curso, que se compromete a ajudar a concretizar o projecto, oferecendo a cantaria dos portados “e tudo o mais que pudesse”. Por sua vez, o engenheiro da Penteadora compromete-se a elaborar o projecto da nova capela. Na primeira semana de Julho, o Padre Jaime assenta arraiais em Vasco Esteves de Cima. No dia 2 de Julho, com o tesoureiro e alguns rapazes, marcam no terreno a área e os alicerces da capela; nessa semana reúne com os chefes da família para nomear uma comissão de acompanhamento das obras e decide-se que cada chefe da família daria um dia de trabalho semanal, enquanto durassem os trabalhos de construção.
António Antunes, o tesoureiro da capela, foi escolhido para vigiar, dirigir, pagar, receber e atender possíveis reclamações. Foram ainda nomeados o encarregado e o pessoal, em cada um dos dias da semana:
- Segunda-feira, Amândio da Silva, encarregado e António Antunes, António Lopes da Silva, António Luis da Barroca, António Maria da Silva (que nunca compareceu) e Manuel Luís.
- Terça-feira, Francisco Lopes, encarregado e Francisco Vicente, Jerónimo da Silva, João Alves, António Ramos, Rosa Joaquina e Maria dos Anjos Alves dos Santos.
- Quarta-feira, Joaquim Lopes Figueiredo, encarregado e Joaquim Luís da Barroca, António Marques, José António da Silva, António Pedro Alves e Maria Bárbara dos Santos.
- Quinta-feira, João Jerónimo dos Santos, encarregado e José Antunes (que morreu antes da conclusão da obra), José Marques Gonçalves, José Pedro Alves, António Luís e Maria Luís da Silva.
- Sexta-feira, José Eusébio da Silva, encarregado e José Ramos, Manuel Gregório, Manuel Lopes da Silva, Joaquim Jerónimo e Mário Vicente.
- Sábado, João Luís Mendes, encarregado e José António Marques, José Jerónimo, José Luis da Barroca, João Pedro Júnior e Maria de Jesus Silva.
Maria dos Anjos dos Santos Marques ficou dispensada do seu dia de trabalho semanal, pois que asseguraria a alimentação do Pároco e a alimentação e dormida aos pedreiros de cantaria que viriam de Unhais.
Além do trabalho gratuito e semanal registaram-se as seguintes ofertas:
- 2.050$00, que havia em caixa
- Uma subscrição feita pelo povo.
- 1.000$00, de José Antunes.
- Caibramento, em castanho, para o telhado, oferecido pelo povo da Lapa dos Dinheiros, por intermédio de José Eusébio dos Santos.
- Uma subscrição em Lisboa.
- 3.000$00, duma subscrição na Argentina, para a compra de um novo sino.
- 2.000&00, da venda de um pedaço de mato, que pertencia à capela de Nossa Senhora da Conceição.
- As ofertas do Padre Alfredo, juntaram-se as esmolas das festas, promessas e madeiras oferecidas pelo povo.
Para registo e memória da posteridade, eis os acontecimentos e datas marcantes deste património que o povo de Vasco Esteves de Cima levantou:
- Domingo do Bom Pastor de 1944, decisão da construção de uma torre sineira e capela.
- De 2 a 8 de Julho marca-se a área, decide-se o início dos trabalhos, organizam-se os grupos de trabalho gratuito e voluntário.
- Um ano depois, a 9 de Julho de 1945, os pedreiros de Balocas assentam a primeira pedra do cunhal, do lado do evangelho.
- No dia de Natal de 1946, depois dos trabalhos de conclusão, por parte dos pedreiros, verificou-se que a torre abriu fissuras, sobre a porta principal.
- No verão seguinte gastaram-se mais 2.000$00 com o derrube e nova construção da torre.
Festas e romarias
- Festa de Nossa Senhora do Bom Parto segundo domingo de Julho.
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HISTÓRIA DO BRASÃO DE LORIGA
HISTORY OF THE COAT OF ARMS OF LORIGA
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga que tem de cada lado uma roda hidráulica, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul.
Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ". A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, incluindo a Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão de Loriga, nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) fazem parte do brasão desta vila. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação desse logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é a confirmação do reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga (Lorica, couraça, armadura) tem que ser a peça principal do brasão da vila.
Loriga's Coat of Arms. The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features: A red, silver-adorned Loriga (armor). Two black hydraulic wheels on a silver background. A gold star in the center. A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base. A silver mural crown with four towers on top of the shield. A silver listel with the black legend "LORIGA". A quartered flag in blue and white. The coat of arms was designed by historian António Conde and has been approved by the relevant authorities for the past century.
The official coat of arms of Loriga is a blue shield with the following features: A red, silver-adorned Loriga (armor). Two black hydraulic wheels on a silver background. A gold star in the center. A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base. A silver mural crown with four towers on top of the shield. A silver listel with the black legend "LORIGA". The historian António Conde designed the coat of arms, which has been approved by the relevant authorities for the past century.
Founding - The town was founded more than 2,600 years ago. The site was chosen for its defensibility, water supply, and pasturelands. The Lusitanians settled the town. Roman occupation - The Romans called the town Lorica. The town was part of the Roman province of Lusitania. A 1st-century Roman road connected Lorica to the rest of the province. Visigothic occupation - The Visigoths appropriated some small homes in the Bairro de São Ginês or Genês to build a chapel.
Notable people - Viriathus, a famous Lusitanian leader and Portuguese national hero, is known to have been from Loriga.
Coat of arms - The town's coat of arms features the lorica (armor).
Official Loriga's Coat of Arms. The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features: A red, silver-adorned Loriga (armor). Two black hydraulic wheels on a silver background. A gold star in the center. A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base. A silver mural crown with four towers on top of the shield. A silver listel with the black legend "LORIGA". A quartered flag in blue and white. The coat of arms was designed by historian António Conde and has been approved by the relevant authorities for the past century.
The official coat of arms of Loriga is a blue shield with the following features: A red, silver-adorned Loriga (armor). Two black hydraulic wheels on a silver background. A gold star in the center. A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base. A silver mural crown with four towers on top of the shield. A silver listel with the black legend "LORIGA". The historian António Conde designed the coat of arms, which has been approved by the relevant authorities for the past century.
LORICA, ancient name of LORIGA, PORTUGAL
Loriga is an ancient, beautiful and historical portuguese town, located in the Serra da Estrela mountains. With the denomination loriguense or loricense, notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in Portuguese ), a famous Lusitanian leader and Portuguese national hero. Known to be settled by the Lusitanians, known as Lorica by the Romans, the town is more than 2600 years old and was part of the Roman province of Lusitania. From the latin Lorica (armor) came Loriga, the two words have the same meaning. The Loriga (armor) is the main piece of the town's coat of arms. Loriga was the municipal seat since the 12th century, receiving forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for around two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel I).
- Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Lorigas‘ heraldry was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
[The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are deteted by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been "legalized" by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga, highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses. In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection. - vimeo com/user206293753 ]
VILA DE LORIGA
Loriga é uma antiga, bela e histórica vila portuguesa, situada no coração da Serra da Estrela. Entre os seus naturais, denominados Loriguenses ou Loricenses, existe gente ilustre incluíndo Viriato, que uma antiga e documentada tradição aponta como tendo nascido em Loriga. Sabe-se que Loriga existe há mais de 2600 anos, que é uma antiga povoação lusitana, que os romanos lhe puseram o nome de Lorica, e que fazia parte da Lusitânia. Do latim Lorica (couraça, armadura) derivou Loriga, duas palavras que têm exatamente o mesmo significado. A Loriga é a peça principal do brasão da vila. Loriga é vila desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rânia, senhor das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (durante o reinado de D. Afonso III), 1474 (durante o reinado de D. Afonso V), e finalmente em 1514 (durante o reinado de D. Manuel I).
- Brasão oficial de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de vermelho ornada de prata tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro
torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ".
- Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, loriga de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ".
- Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, loriga de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ".
- Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, loriga de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de ouro, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com alegenda a negro " LORIGA ".
A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem a aprovação das autoridades competentes. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado por António Conde e tem a mesma simbologia.
Brasão oficial de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de vermelho ornada de prata tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ". A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.
Official Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Lorigas‘ heraldry was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
Algumas das muitas alternativas possíveis também desenhadas pelo historiador António Conde - (Lorica, couraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ". A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.
Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Lorigas‘ heraldry was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ". A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.
Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Lorigas‘ heraldry was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de ouro, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro " LORIGA ". A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.
Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Lorigas‘ heraldry was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
[A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos. Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque nãohonram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam "legalizados" os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota, sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam! Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituír a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses. Em 2018, quiseram substituír a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição. Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado inpunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses! - vimeo com/user206293753 ]
- Em muitos sites estão os dois logotipos da vila de Loriga, ambos apontando para as origens do nome histórico da vila (Lorica, couraça, armadura) e consequentemente para a história de Loriga. Um deles, o logotipo mais antigo, foi desenhado pelo historiador António Conde, e o outro logotipo foi desenhado a pedido da Junta de Freguesia de Loriga então liderada pelo Partido Socialista, ambos os logotipos apontam corretamente para as origens do belo e histórico
nome da vila de Loriga.
Os verdadeiros Loriguenses orgulham-se da história e do belo e histórico nome da sua terra e por isso tanto o logotipo como o brasão desta vila evocam as origens milenares do nome histórico que significa couraça ou armadura. A história, a etimologia e a filologia apontam para as origens do nome que deriva do latim Lorica, que tem exatamente o mesmo significado. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, incluindo a Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, e conhecem pelo menos minimamente a história desta bela e histórica vila, concordam que a Loriga, a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para Loriga, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão da vila.
Como o gentílico é Loriguense ou Loricense e deriva de Loriga ou Lorica, os que nasceram aqui nesta vila e têm vergonha do nome da sua terra obviamente são pseudo-loriguenses ou pseudo-loricenses. Aliás acham que é um insulto serem tratados por loricenses, é como se alguém os chamasse filhos da puta ou algo pior, e como o gentílico loriguense é igual ao gentílico loricense, é fácil de ver até que ponto chega a ignorância e a estupidez desta gente que só prejudica a imagem dos seus conterrâneos e a imagem da sua terra. Os pseudo-loriguenses/pseudo-loricenses (falsos loriguenses/loricenses) desprezam a história e o nome da sua terra, que renegam e que os envergonha, e por isso não gostam de ver a Loriga no brasão da vila nem gostam do logotipo de Loriga, por isso em 2002 quiseram tirar a
Loriga do brasão da vila e substituí-la por uma cruz, e em 2018, quiseram tirar a Loriga do brasão e substituí-la por um carreto (roda dentada), e também quiseram fazer desaparecer o logotipo de Loriga e da respetiva junta de freguesia. Eles acham que o nome e as origens do nome são vergonhas que não devem ser recordadas no brasão nem no logotipo da sua terra, e além disso chegam ao ponto de afirmar que é mentira que Loriga seja nome de couraça, e é hilariante que entre os que demonstram toda a ignorância aqui descrita esteja quem literalmente andou a passear os livros no ensino superior, um a quem os Loriguenses puseram a merecida e apropriada alcunha de Doutor de Albarda.
Hilariante é também o facto de os pseudo-loriguenses acharem vergonhoso que o brasão da sua terra tenha uma couraça (Loriga) mas não acharem vergonhoso que o brasão desta vila tenha um grande e destacado carreto (roda dentada) e portanto acharem que o carreto é o símbolo maior desta bela e histórica vila. Acham que é insultuoso haver uma couraça ou armadura (Loriga) no brasão, mas o que é verdadeiramente insultuoso é acharem que um carreto é o símbolo maior de uma vila tão bela e com uma tão grande identidade e riqueza históricas. E como se tudo isso não bastasse também quiseram tirar a estrela do brasão, estrela que é o
nome e o símbolo da serra onde Loriga está situada e que faz parte da sua identidade, esta vila está situada no coração da Serra da Estrela, perto da Torre, e a Estância de Esqui está dentro da freguesia de Loriga (é provável que os pseudo-loriguenses também tenham vergonha da localização da sua terra, sendo certo que têm vergonha do nome).
São factos mais do que comprovados, as suas ações durante longas décadas, inclusive a inútil imposição da ilegal aberração heráldica e os dois vergonhosos brasões da Vila de Cruz (2002) e da Vila de Carreto (2018) que idealizaram, comprovam-nos e portanto, depois de desmascarados, de nada vale aos mentirosos pseudo-loriguenses tentarem fingir e disfarçar a realidade, aliás disfarçam muito mal e só conseguem enganar quem tem pouca inteligência. Os dois brasões ridículos idealizados pelos pseudo-loriguenses em 2002 e em 2018, respetivamente, foram rejeitados pelos Loriguenses e por isso foram destinados ao lixo.
Os símbolos heráldicos só são realmente representativos se a população se identificar com esses símbolos, caso contrário não serão respeitados e serão vergonhosos, portanto os brasões da Vila de Cruz (de 2002) e da Vila de Carreto (de 2018) foram condenados ao lixo. E façam um referendo se alguém tiver dúvidas de que a esmagadora maioria dos Loriguenses rejeita os vergonhosos brasões de 2002 e de 2018, obviamente que os mentirosos pseudo-loriguenses
responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica jamais concordariam com a ideia porque sabem que seriam derrotados e desmascarados.
Loriga merece o melhor mas é óbvio que os pseudo-loriguenses não concordam com isso, para eles qualquer merda serve para esta bela e histórica vila e colocam as suas motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem da sua terra e da imagem dos seus conterrâneos.
Além da subjacente vergonha do nome e das suas origens, como causa desta vergonha estão também a desonestidade, incluíndo a desonestidade inteletual, e as motivações pessoais mesquinhas e nada sérias, como consequência o resultado só podia ser mau. Aliás o logotipo aprovado pela anterior equipa da junta de freguesia liderada pelo Partido Socialista é amplamente aceite pela população, aponta corretamente para as origens do nome da vila e para a correta e lógica simbologia heráldica, e não é por acaso que esse logotipo deixou de ser usado pela atual equipa da junta de freguesia.
Os Loriguenses não aceitam que um carreto seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num caricato e vergonhoso brasão que até é motivo e alvo de chacota inclusive para os Loriguenses, sendo já conhecido como o Brasão da Vila de Carreto ou simplesmente Brasão do Carreto, entre outros nomes ainda menos abonatórios. Todos os que nasceram aqui em Loriga ficam mal vistos e não apenas os pseudo-loriguenses que pertencem ao pequeno, restrito e conhecido grupo responsável por esta vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas.
- A propósito da fundação da povoação foi inventada uma teoria estúpida, insultuosa para os antepassados dos loriguenses, segundo a qual Loriga foi fundada num local conhecido por Chão do Soito. Quem sabe o mínimo de história (incluindo a História de Loriga), quem portanto conhece os hábitos das populações da época, quem conhece o referido local e tem um QI minimamente aceitável sabe que ali jamais poderia florecer com sucesso qualquer povoação, aliás é por isso que Loriga não existe nem nunca existiu ali. Dada a antiguidade da ocupação humana do imponente Vale Glaciar de Loriga é normal que tenham sido ou que venham a ser
encontrados vestígios arqueológicos em vários locais porque, tal como agora existem atividades e construções em redor da vila o mesmo acontecia em redor da povoação existente no tempo dos Lusitanos e dos Romanos. Nunca houve qualquer "Loriga provisória" fosse onde fosse, os fundadores da povoação não eram atrasados mentais que repentinamente foram iluminados e constataram que escolheram o local errado, e até o traçado da antiga estrada romana confirma a antiguidade da povoação no local onde sempre existiu e onde de facto foi inicialmente fundada, na colina entre as ribeiras de Loriga e de São Bento onde atualmente existe o centro histórico da vila. O problema de quem tem um QI e ou uma cultura abaixo da média é achar que um doutor ou um clérigo têm sempre razão mesmo se afirmarem que um pedaço de madeira é um pedaço de ferro, e como são ignorantes e têm pouca ou nenhuma capacidade para pensar e pesquisar limitam-se a transcrever e a divulgar as idiotices, como é o caso desta estúpida teoria do Chão do Soito que por isso há muito tempo é bem ridicularizada. Não é coincidência que, tal como o seu dono e mentor autarca Zeca Maria, quem defende esta teoria estúpida também nega a antiguidade do estatuto de vila, e também por isso ( e também porque o autor é António Conde ) quiseram apagar o texto sobre a História de Loriga existente no site da Junta de Freguesia.
Tal como o seu dono e mentor autarca Zeca Maria tem vergonha do nome desta vila e nega as origens do mesmo, por isso tal como o seu dono e mentor autarca Zeca Maria é pseudo- loriguense, portanto não gosta de ver a Loriga no brasão da vila. Tal como o seu dono e mentor autarca Zeca Maria é responsável por dois brasões ridículos destinados ao lixo ( Brasão da Vila de Cruz de 2002 e Brasão da Vila de Carreto de 2018 ) que ridicularizam Loriga e os Loriguenses, e por tudo isso recebeu dos Loriguenses a apropriada e depreciativa alcunha de Doutor de Albarda. Tanta cagança, tanta sabedoria, tantas "palestras", tantos "discursos", tantas feiras de vaidades, tantas "habilitações", tantas "citações", tantas "compilações", o resultado é um feio brasão dominado por um carreto, não sendo portanto surpreendente que os Loriguenses lhe tenham posto a alcunha de Doutor de Albarda.
Em Loriga as alcunhas são tradicionais e vão desde as carinhosas às depreciativas, sendo que estas últimas são uma forma da afirmação de desprezo e de desaprovação contra e em relação às pessoas visadas. Não contente com a merda que fez, o Doutor de Albarda ainda publicou uma mentirosa "história do brasão" na qual se farta de inventar, se farta de omitir o que convém e de tentar branquear a merda feita por ele e pelo seu dono Zeca Maria.
Uma das tretas usadas para BURROS engolirem, e que deram origem aos brasões da Vila de Cruz (em 2002) e da Vila de Carreto (em 2018) é o argumento segundo o qual não existe nada que aponte para a origem do nome desta vila e que é mentira que seja nome de couraça, um argumento considerado sábio e válido pelos BURROS que o ouviram, simplesmente porque saíu da boca de um "doutor". Esse argumento foi também usado para defender a ideia segundo a qual o brasão de Loriga não pode ter uma couraça, na prática é dizer que não pode ter uma Loriga, e em 2002 os BURROS já achavam e até diziam que os loriguenses seriam
ridicularizados se o brasão desta vila tivesse uma couraça. É hilariante que os mesmos BURROS não achem ridículo que o brasão de Loriga tenha o destacado calhau que está na praia fluvial ou um grande e destacado carreto (roda dentada).
Gravíssimo é o facto de em toda esta vergonha, que dura há décadas, alguns mais informados terem andado convenientemente e propositadamente a alimentar a ignorância de quem pouco ou nada sabe, manipulando muitos loriguenses, mas essa estratégia já faliu. Não é preciso passear os livros no ensino superior para saber a origem do nome e da palavra Loriga, bastando a um qualquer BURRO que consulte um bom dicionário de língua portuguesa, incluindo os BURROS que estupidamente sempre quiseram ridicularizar quem com razão sempre apontou a origem do nome.
Muito tempo depois da merda feita e de ter sido ricularizado, deixando também mal visto o seu dono Zeca Maria, o Doutor de Albarda lá acabou por dizer e escrever que afinal Loriga deriva do latim Lorica e que ambas as palavras têm o mesmo significado (couraça) e até citou um dicionário (finalmente consultou um!). Obviamente só foi inevitavelmente e propositadamente reconhecido o óbvio depois de ter sido feita a merda do Brasão da Vila do Carreto e de estupidamente e erradamente acharem que essa merda é um facto consumado, irreversível, que os Loriguenses são obrigados a aceitar. Aliás, eles afirmaram e escreveram que os Loriguenses são obrigados a aceitar esta vergonha, quer queiram quer não, e o Doutor de Albarda até escreveu isso na sua mentirosa "história do brasão".
A realidade é que o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios têm vergonha do nome da sua terra e nunca quiseram que o brasão recorde o que para eles sempre foi vergonhoso, provaram-no e confirmaram-no em 2002 e em 2018. É um nome cujas origens são correta e orgulhosamente lembradas no bonito e bem elaborado logotipo da vila e da Junta de Freguesia de Loriga, digno desta bela e histórica vila, e que foi muito bem aprovado pela anterior equipa de autarcas do Partido Socialista. O logotipo desapareceu, inclusive do site da autarquia, pelos mesmos e referidos motivos pelos quais quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila, ou seja porque têm vergonha do nome da sua terra e negam o significado e as origens de um nome que os envergonha. O Doutor de Albarda e o seu dono Zeca Maria passaram um atestado de estupidez, de ignorância e de incompetência a esses autarcas e aos representantes do Partido Socialista em Loriga e na Assembleia de Freguesia e, tal como ouro sobre azul, com as suas habituais manobras de condicionamento e de intimidação, o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios
conseguiram o que queriam e ainda prejudicaram o Partido Socialista, também pelo simples facto de a esmagadora maioria dos Loriguenses odiarem o brasão da Vila do Carreto (2018). A ideia foi arrastar o Partido Socialista para a lama para poderem corresponsabilizar este partido e os seus representantes, facto que já se refletiu nos resultados das eleições autárquicas em Loriga. Aliás, também arrastaram para a lama a Comissão de Heráldica da AAP e o pároco local (e consequentemente a igreja).
Está mais do que provado e confirmado que o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios não valorizam a imagem nem os superiores interesses da sua terra e dos seus conterrâneos, e o que dá vontade de rir, é ridículo e ridiculariza os Loriguenses é o facto de os BURROS acharem brilhante a ideia de a bela, histórica e muito antiga vila de Loriga ter um brasão dominado por um carreto! É um brasão demasiado vergonhoso e pobre para uma vila tão bela, com uma tão grande e rica identidade histórica!
Depois de ter levado nas longas orelhas por ter vergonha do nome da sua terra e renegar e negar as origens do mesmo, e por isso é um dos pseudo-loriguenses (porque tem vergonha do nome da sua terra) que não gosta de ver a Loriga no brasão da vila, e como estava a ficar mal visto até pelo facto de ter um "canudo ", e como também estava a deixar ficar mal visto o seu dono Zeca Maria, o Doutor de Albarda resolveu fazer algumas "correções", mas como esperado foram limitadas "correções". Por exemplo diz ele agora que de facto e afinal Loriga deriva de Lorica e é nome de couraça, dá uma explicação ridícula para a origem do nome, continua a desvalorizar o mesmo mas, caricatamente, cinicamente e contraditoriamente continua a afirmar que não existe nenhum documento que confirme a origem e a antiguidade do nome desta vila. Tal como o seu dono Zeca Maria disfarça muito mal o facto de odiar o nome da sua terra.
Continua com a mesma treta do Chão do Soito, um local onde jamais poderia florecer com sucesso qualquer povoação, tendo afirmado categoricamente que Loriga nasceu ali, uma outra matéria em que também tem sido ridicularizado. Tal como tem sido ricularizado por afirmar que Loriga apenas recebeu o foral de 1514 , portanto convenientemente também já não faz essa afirmação categórica, mais uma vez também para não deixar mal visto o seu dono Zeca Maria,
mas fê-la muitas vezes e até existe publicado um vídeo de uma vergonhosa pseudo- palestra/feira de vaidades gravado quando das comemorações do foral novo manuelino em 2014, onde ele faz essa afirmação. É conhecido e sabido que Loriga sempre foi a localidade mais importante e mais antiga a sul da atual cidade de Seia, na área do atual concelho, mas como de facto pelo menos duas localidades dos arredores desta vila receberam forais antes de 1514, o Doutor de Albarda coloca em causa o estatuto de Loriga, a sua antiguidade, a sua importância histórica na região e a antiguidade do seu estatuto de vila. Aliás, coloca também em
causa e desvaloriza o nome da vila, a história e o pouco património histórico construído que ainda resta em Loriga. Nada de novo, o Doutor de Albarda (apropriada alcunha que os Loriguenses lhe arranjaram por causa do brasão de merda da Vila do Carreto (de 2018) continua a subestimar, a desvalorizar e a ignorar a rica história e a rica identidade de Loriga e a ter vergonha do nome da sua terra, e também por isso, e tal com o seu dono Zeca Maria, contribuiu para os insultuosos e vergonhosos brasões da Vila de Cruz (de 2002) e da Vila de Carreto (de 2018), brasões que foram rejeitados pelos Loriguenses. Invejoso, continua a correr atrás do
prejuízo, a tentar apanhar quem está décadas á sua frente na vanguarda e que, não tendo frequentado o ensino superior, tem mais conhecimentos, tem mais capacidade e tem um longo trabalho de pesquisa que o Doutor de Albarda não tem nem tem capacidade para fazer! Chega sempre tarde, por inveja de quem já fez, faz e tem mais capacidade para fazer e, quando finalmente o Doutor de Albarda faz alguma coisa invariavelmente faz merda e tenta apagar o que os alvos da sua inveja fizeram! Por isso tem feito merda em relação à história de Loriga, que o seu dono Zeca Maria ajudou a divulgar, e também fez imensa merda em relação á vergonhosa questão da heráldica que há décadas arrasa a imagem de Loriga e na qual ambos têm um papel negativo de grande protagonismo, contribuindo para que esta vila e os seus naturais sejam alvo de chacota! Aliás o vergonhoso brasão de Vale do Carreto, de 2018, é a cereja em cima do bolo que confirma a ignorância e a incompetência do Doutor de Albarda e do seu dono Zeca Maria! A atitude ideal seria assumir a ignorância e a incompetência em vez de serem proferidas e escritas afirmações que além de, e por não corresponderem á realidade, afetam a imagem desta bela e histórica vila.
Como o gentílico Loriguense deriva de Loriga, obviamente e consequentemente os que têm vergonha do nome da sua terra são pseudo-loriguenses, e também o são porque renegam as suas origens, o nome e a história da sua terra.
Loriga deriva de Lorica, a história, a etimologia e filologia apontam as origens do nome, uma palavra do latim que tem exatamente o mesmo significado (couraça), portanto o gentílico Loricense também pode ser usado para designar os naturais desta vila. Não é coincidência que os mesmos pseudo-loriguenses, que portanto têm vergonha do nome da sua terra, considerem insultuoso e sem sentido o gentílico Loricense e não gostem de ver a Lorica/Loriga no brasão da vila. Os pseudo-loriguenses gostariam que a sua terra tivesse outro nome e preferiam o nome de Cruz ou Vale da Cruz e serem tratados por cruzenses ou valecruzenses, mas como foram ridicularizados passaram a preferir o nome de Carreto ou Vale do Carreto e serem tratados por carretenses ou vale-carretenses, o que não é melhor e por isso continuam a ser alvo de chacota. E é também por odiarem o nome da sua terra que os pseudoloriguenses detestam e não usam o logotipo da vila de Loriga, que foi aprovado há anos pela Junta de Freguesia de Loriga, e que inclusive quiseram retirar do site da autarquia. Esse logotipo aponta para a origem do nome da vila e foi aprovado depois de um outro logotipo de Loriga desenhado anteriormente por António Conde, divulgado há muito mais tempo e que tem exatamente a mesma simbologia, e ambos os logotipos podem ver-se neste e em muitos outros sites sobre esta bela e histórica vila. A aprovação desse logotipo foi a confirmação do reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal da heráldica desta vila.
Infelizmente os pseudoloriguenses nasceram nesta vila cuja imagem muito têm prejudicado, portanto deviam ter nascido noutra terra porque o gentílico adequado para os designar é Albardenses (os que usam albarda)… Aliás não merecem ser tratados por loriguenses e deviam ter vergonha de dizerem que nasceram nesta bela e histórica vila serrana. Merecem ser ridicularizados, até porque esta vergonhosa questão da heráldica existe há décadas não apenas devido à ignorância mas principalmente devido ao mau caráter, à inveja, às motivações pessoais mesquinhas e à teimosia de quem acha que a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses são coisas menores, desprezíveis e desprezáveis, comparadas com os seus estúpidos egos.
A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos.
Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque não honram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam "legalizados" os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga,
destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota, sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam!
Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituir a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses. Em 2018, quiseram substituir a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição.
Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado inpunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses!
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas, cantos noturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Santo António (durante o mês de Junho) e de São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nossa Senhora
da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nossa Senhora da Ajuda, no Fontão de Loriga.
A propósito sublinha-se o facto de que a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia pelo menos desde o século XIII. Torna-se necessário este sublinhado porque alguns ignorantes começaram erradamente a dizer e a escrever por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia (uma das muitas mentiras que induzem outros em erro e que inclusive foi colocada com outras no artigo sobre Loriga na Wikipédia quando o artigo foi vandalizado, o artigo foi criado pelo historiador António Conde).
A fé não é uma questão de modas, e os santos, as devoções e as invocações não são coisas descartáveis que por um qualquer capricho são trocados, desprezados e esquecidos. Há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é Santa Maria Maior, e esse facto é uma questão de fé, é uma questão de devoção, é uma questão de verdade, é uma questão de história, e é uma questão de respeito pela identidade histórica de Loriga. Alguns estão
apostados em fazer esquecer a invocação de Santa Maria Maior e esta antiga devoção, tal como outros no passado quiseram fazer desaparecer a muito antiga devoção a São Gens, ao ponto de arranjarem a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, de mudarem o orago da sua capela e de nem sequer existir ali uma imagem deste santo nem qualquer informação sobre o antigo orago da capela. A mesma falta de respeito pela identidade de Loriga é uma das principais causas da
vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas. Normalmente todas as localidades têm uma padroeira ou um padroeiro, e esse santo ou santa é o orago da paróquia e da igreja matriz, isto é daquelas coisas básicas que toda a gente devia saber. No caso de Loriga a padroeira é Santa Maria Maior, orago da paróquia e da igreja matriz que já vem pelo menos desde o início da nacionalidade quando Loriga pertencia ao chamado Padroado Real, não é por acaso que, por exemplo, a Sé de Lisboa também é dedicada a Santa Maria Maior e que a igreja matriz de Loriga tenha sido mandada construir pelo rei D. Sancho II.
Quando a devoção a Nossa Senhora da Guia chegou aqui a Loriga em finais do século XIX, trazida por emigrantes radicados no Brasil, Santa Maria Maior já era a padroeira de Loriga há mais de seiscentos anos, e Nossa Senhora da Guia foi sempre e só invocada como padroeira dos emigrantes de Loriga, no entanto alguns idiotas começaram a dizer e a espalhar por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia. Isto é grave porque os loriguenses ficam com a fama de desprezarem a história de Loriga e de trocar e de condenar ao esquecimento padroeiros, santos, devoções e invocações, com a agravante de já haver precedentes, como é o caso, por exemplo, da milenar devoção a São Gens, cuja capela foi dedicada a Nossa Senhora do Carmo, arranjaram a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, e para completarem o anátema não existe no local nenhuma informação sobre o antigo orago da capela, e o local onde essa capela está situada é conhecido por Bairro de São Ginês e ou São Genês, nunca existiu um santo chamado Ginês ou Genês e esses nomes são invenção dos loriguenses.
Poderia também falar-se de outros casos, como por exemplo do caso de São Bento, desse ficou apenas o nome da ribeira, mas pelo menos não lhe arranjaram uma alcunha como fizeram com o São Gens. Há quem, por pura ignorância ou, pior ainda, por teimosia e por animosidade contra quem sabe mais e diz as verdades, teimam em não respeitar a história nem a identidade histórica de Loriga, e é esse tipo de gente que é responsável por várias vergonhas que afetam a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses, como é o caso da vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas e que se mantém.
De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas esta gente exibe-se em eventos religiosos e até usa o pároco para que todos a vejam, fazendo de tudo para usar a religião com o objetivo de manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito, como exemplos veja-se o vergonhoso Brasão da Vila de
Cruz (de 2002), rejeitado pelos loriguenses tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto (de 2018), e o postal de natal de 2024.
Aliás, os ignorantes que infelizmente nasceram nesta bela e histórica vila, são especialistas em maltratar a imagem desta vila e a imagem dos seus conterrâneos, e em colocar tudo em causa; Colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a antiguidade de Loriga (inclusive do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), o seu nome, a sua história, o seu património, o local da fundação da povoação, o seu gentílico, a sua heráldica, etc. Em vez de reconhecerem os erros e resolverem os problemas de Loriga de forma competente, insistem numa fuga em frente e a única preocupação que têm é fazerem de tudo para calarem as incomodativas vozes da razão que os desmascaram. Esses ignorantes e esses irresponsáveis não gostam verdadeiramente de Loriga e por isso acham que são pormenores sem importância, se gostassem de Loriga agiriam de forma diferente.
Qualquer dia alguém se lembra de introduzir aqui em Loriga uma nova devoção e uma nova capela, começam a fazer umas festas, e daqui a uns anos esse tipo de gente faz a "promoção" para novo padroeiro ou padroeira de Loriga, depois arranjam uma alcunha para a Santa Maria Maior e ou para a Nossa Senhora da Guia, como arranjaram para o São Gens. Com o desprezo que essa gente tem pela história de Loriga e pelos fundamentos da fé, é fácil fazerem a alteração e substituirem a padroeira e o orago da igreja matriz e da paróquia, só têm que falar com o cardeal patriarca, com o bispo da diocese e com o pároco. Apesar de não gostarem há
mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é (e vai continuar a ser) Santa Maria Maior.
A Imagem de Nossa Senhora da Guia, padroeira dos emigrantes de Loriga, exibe a estrela, um dos símbolos maiores desta vila e que também por isso está no brasão de Loriga. A padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia, e já era assim o século XIII. Uma das muitas mentiras espalhadas pelos idiotas ignorantes mentirosos (induzindo outros em erro) é aquela segundo a qual a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Nossa Senhora da Guia, e essa mentira foi inclusive colocada no artigo sobre Loriga na Wikipedia quando o artigo foi vandalizado (artigo que foi criado pelo
historiador António Conde).
A fé não é uma questão de modas, e os santos, as devoções e as invocações não são coisas descartáveis que por um qualquer capricho são trocados, substituídos, desprezados e esquecidos. Há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e esse facto é uma questão de fé, é uma questão de devoção, é uma questão de verdade, é uma questão de história e é uma questão de respeito pela identidade histórica de Loriga! A fé e a devoção a Nossa Senhora da Guia não implica suprimir a fé, suprimir a verdade, desrespeitar e deturpar a história, desprezar e desrespeitar a identidade histórica de Loriga,
nem implica desprezar e desrespeitar a fé e a devoção dos antepassados dos loriguenses e a escolha que eles fizeram para sua padroeira e para orago da paróquia e da igreja matriz.
Mais algum tempo e esse tipo de gente arranja uma alcunha para Santa Maria Maior, fazem desaparecer a imagem e mudam o orago da paróquia e da igreja matriz. Daqui a uns anos ou séculos alguém se lembra de introduzir uma nova devoção em Loriga, fazem uma nova capela, começam a fazer umas festas em honra dessa nova devoção e então fazem mais uma troca, e talvez o destino seja o desprezo, o esquecimento e uma alcunha, tal como esse tipo de gente fez a São Gens!
De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas esta gente exibe-se em eventos religiosos e até usa o pároco para que todos a vejam fazendo de tudo para usar a fé com o objetivo de manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito (Ver aqui essa vergonha em vídeo!), como exemplos veja-se o vergonhoso Brasão da vila de Cruz, de 2002 (rejeitado pelos loriguenses, tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto, de 2018), e o postal de Natal de 2024. Aliás, os ignorantes que infelizmente nasceram nesta bela e histórica vila, são especialistas em maltratar a imagem desta vila e a imagem dos seus conterrâneos, e em colocar tudo em causa; Colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a antiguidade de Loriga (inclusive do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), o seu nome, a sua história, o seu património, o local da fundação da povoação, o seu gentílico, a sua heráldica, etc.
O problema é que a imagem de Loriga continua a ser prejudicada por esta vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas, e da qual fazem parte os dois referidos brasões da Vila de Cruz (2002) e da Vila de Carreto (2018), que envergonham esta bela e histórica vila, assim como também uma ilustração que nada tem de heráldica portuguesa regular e legal e que os mesmos irresponsáveis andam há décadas a tentar impor como se fosse o brasão legal e oficial de Loriga , e maltratando quem tem denunciado esta vergonhosa situação.
Têm maltratado quem apresentou soluções e tem denunciado a vergonhosa questão da heráldica, que arrasa há décadas a imagem de Loriga e de quem nela nasceu, dizem que essa ilustração é o brasão de Loriga doa a quem doer, mas ninguém viu esses irresponsáveis pseudo-loriguenses a agirem quando os seus amigos quiseram substituir essa ilustração pelos vergonhosos brasões de Vale da Cruz e de Vale do Carreto. Tudo não passa de fingimento e inveja, mentirosamente proclamam o amor a Loriga mas nunca se importaram com o facto de esta vergonha afetar a imagem da sua terra e a imagem dos seus conterrâneos, ninguém viu esses pseudo-loriguenses apresentar soluções para qualquer problema seja ele qual for. Não fazem nem querem deixar fazer, têm inveja de quem faz e tem mais capacidade para fazer, hipocritamente dizem que a heráldica não tem importância nenhuma nem cria empregos na vila mas cinicamente, contraditoriamente e caricatamente, acham que a heráldica é suficientemente importante para maltratarem há décadas quem se opôe a esta vergonha e apresentou propostas consideradas a melhor heráldica para Loriga e aprovadas pelas autoridades competentes.
A realidade é que para esses pseudo-loriguenses o brasão de Loriga até pode ter um cagalhão fumegante como peça principal, há anos um deles até disse e escreveu que o brasão até podia ter o destacado calhau que está na praia fluvial que não havia problema, o que a concretizar-se seria uma homenagem aos calhaus de Loriga nos quais estão incluídos esses pseudo-loriguenses porque em terras serranas os estúpidos e os ignorantes são tratados por calhaus.
Para esses pseudo-loriguenses ignorantes, invejosos e incompetentes, não importa que Loriga tenha uma ilegal aberração heráldica exibida há décadas como brasão legal e oficial, que tenha um brasão de Vila de Cruz, que tenha um brasão de Vila de Carreto, que tenha um brasão de Vila dos Calhaus ou até que tenha um brasão de Vila de Cagalhão. Eles têm vergonha do nome da sua terra, acham que qualquer merda serve para Loriga, e para eles o brasão até pode ter um
cagalhão acabado de sair do ânus desde que tenha o carimbo do seu dono Zeca Maria ou de algum dos seus capangas e lacaios.
Invejosamente limitam-se a criticar e a dizer mal de quem faz e tem mais capacidades para fazer, há muitos anos que esse tipo de gente prejudica Loriga, os resultados estão à vista, e depois ainda culpam os de fora pela situação dolorosa a que chegou esta bela e histórica vila.
Ainda e também a propósito de inveja, de mau caráter e de motivações mesquinhas pessoais, que há muito tempo têm prejudicado Loriga, quiseram retirar a Loriga, as rodas hidráulicas e a estrela existentes no brasão da vila, e também quiseram retirar o texto sobre a história desta vila existente no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga, também pelo facto de o historiador António Conde ser o autor desse brasão e desse texto.
Ainda acerca da heráldica desenhada pelo historiador António Conde, em 2018 quiseram substituir a Loriga por um carreto e retirar as rodas hidráulicas e a estrela, e apenas mantiveram a cor azul do escudo e os cômoros de prata com a gémina ondada de azul, tal como mantiveram as cores azul e branco da bandeira. Anteriormente, em 2002, quiseram substituir a Loriga por uma cruz e retirar as rodas hidráulicas.
Os referidos vergonhosos brasões da Vila de Cruz (de 2002) e da Vila de Carreto (de 2018), envergonham esta bela e histórica vila e por isso são detestados e rejeitados pelos Loriguenses, portanto foram condenados ao lixo. E se alguém tem dúvidas façam um referendo (a lei até permite isso) para que todos os Loriguenses se possam pronunciar, e a pergunta é simples e pode ser esta: Gosta do brasão, identifica-se com ele e acha que é o brasão que melhor representa Loriga? Ao contrário do que acham e dizem e escrevem os responsáveis por esta vergonha, os Loriguenses não são obrigados a aceitar a merda feita pelo Zeca Maria e pelos seus capangas e lacaios.
A Loriga, a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para Loriga, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. O Brasão da Vila do Carreto de 2018 está heraldicamente correto, segundo as regras da heráldica autárquica portuguesa, tal como acontecia com o Brasão da Vila da Cruz aprovado em 2002, mas também é uma aberração heráldica em termos de representatividade e de estética.
Em termos de representatividade o Brasão da Vila do Carreto não tem a simbologia fundamental e possui simbologia que, além de pobre, pode ser associada a muitas localidades de Portugal, incluindo da Beira Alta e até da Serra da Estrela, faltando-lhe portanto uma marca distintiva e identitária que o torne ndiscutivelmente o Brasão de Loriga.
Esteticamente o Brasão da Vila do Carreto é uma aberração porque dá demasiado destaque a uma peça que nunca deve ser a peça principal (o Carreto/Carrete ou roda dentada) e as peças colocadas nos cantões contribuem para o desiquilibrio e para a assimetria, tudo junto torna este brasão extremamente feio.
Considerando as peças e a sua disposição escolhidas para o brasão pelos pseudo-loriguenses responsáveis por esta vergonha (excluindo os cômoros de prata com a gémina ondada de azul que já vêm do brasão desenhado anteriormente por António Conde), as peças dos cantões deviam ser constituídas por dois feixes iguais constituídos por uma espiga de milho tendo de cada lado uma espiga de centeio, portanto bastava substituir a espiga de centeio que está na vertical por uma espiga de milho e colocar um feixe igual do outro lado, além disso devia ser colocada uma estrela de ouro em chefe entre os feixes de espigas. Ainda considerando as peças escolhidas para o brasão pelos responsáveis por esta vergonha, e na outra versão alternativa, o Carreto devia ser mais pequeno tendo de cada lado o tal feixe constituído por uma espiga de milho e duas de centeio e acrescentando uma estrela de ouro em chefe.
Assim desenhado o Brasão da Vila do Carreto continuaria a ser uma grande merda, continuaria a não ser o Brasão de Loriga, mas ficaria esteticamente mais bonito, ficaria mais representativo, e a esmagadora maioria dos Loriguenses concorda.
Em 2002 já tinha ficado provado que o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios têm vergonha do nome da sua terra, e por isso quiseram substituir a Loriga por uma cruz, e como se isso não bastasse em 2018 além de substituirem a Loriga por um carreto não quiseram a estrela de ouro no brasão, concluindo-se que também têm vergonha por Loriga estar situada no coração da Serra da Estrela. Aliás, um capanga e lacaio do Zeca Maria até disse ao historiador António Conde "para colar a estrela na testa"!
Estupidamente e cinicamente, para tentarem compensar a merda que fizeram ao tirarem a estrela do brasão, proclamam que "Loriga é uma outra estrela" caricatamente um slogan que tiraram do título de um artigo publicado por António Conde num grande jornal diário), mas não é isso que substitui a estrela de ouro que gritantemente falta no brasão. Aliás até disseram e dizem que a estrela não faz falta no Brasão de Loriga, apesar de ser considerada uma das peças
fundamentais da heráldica de Loriga, e até a ilegal aberração heráldica (que hipocritamente dizem defender) tem uma estrela. Curiosamente e caricatamente muitos loriguenses identificavam-se com essa ilegal aberração heráldica, a maioria nem sabia que é ilegal (muitos foram enganados por alguns que sabiam), e agora não se identificam com o Brasão da Vila do Carreto, exceto os capangas e lacaios do Zeca Maria.
Haverá coisa mais vergonhosa do que haver um autarca que tem vergonha do nome e da história da sua terra, que despreza o que de melhor ela tem, que acha que qualquer merda serve para ela, que acha que os seus conterrâneos são obrigados a aceitar as suas merdosas decisões, e que ameaça (inclusive usando os seus capangas e lacaios) quem tem a coragem de afirmar a sua discordância e quem tem a coragem de o desmascarar???!!!
A vergonha recai também sobre quem é cúmplice, uns de forma aberta outros de forma encoberta, a vergonha também recai sobre os cobardes, a vergonha também recai sobre a carneirada acéfala dos lambe-botas, a vergonha também recai sobre os que acreditaram na treta do "Salvador de Loriga", e a vergonha também recai sobre todos quantos usaram mal a chamada arma do voto apesar de terem sido avisados localmente inclusive por escrito através de uma conhecida Carta Aberta distribuída na vila.
Os pseudo-loriguenses responsáveis pelos vergonhosos brasões da Vila de Cruz e da Vila de Carreto têm vergonha do nome da sua terra, desvalorizam e ignoram a história desta vila histórica, desvalorizam e ignoram a rica identidade histórica de Loriga, desprezam e desvalorizam a importância da heráldica (também por isso andam há décadas a tentar inutilmente impor a ilegal aberração heráldica), não percebem nada do assunto, não têm qualquer sentido de arte nem de estética e, pior do que tudo isso, acham que qualquer merda serve para Loriga. Todos os Loriguenses ficam mal vistos, e não apenas os que pertencem ao pequeno, restrito e conhecido grupo responsável por esta vergonha!
Trata-se de uma polémica que existe há longas décadas e basicamente existe porque alguém desenhou uma aberração heráldica que pouco ou nada tem a ver com a heráldica autárquica portuguesa, legal e regular, além de ser pouco representativa de Loriga. É ilegal e pouco representativa de Loriga principalmente pelo facto de essa aberração heráldica ter uma paisagem, uma partição e exibir uma Cruz de Cristo. E como os brasões não podem ter paisagens nem partições e como Loriga nunca pertenceu à Ordem de Cristo, nem a nenhuma comenda com ela relacionada, o brasão desta vila não pode ter paisagens nem essa cruz, aliás
qualquer cruz estará sempre a mais no brasão desta vila.
Houve uma grande dose de ignorância da parte de quem desenhou essa ilegal aberração heráldica e de quem a adotou como brasão oficial de Loriga, e a parte anedótica e grave da história é que essa adoção também foi feita pela Junta de Freguesia de Loriga, e aquele desenho passou a estar nos documentos oficiais da autarquia, no emblema dos Bombeiros Voluntários de Loriga (onde anedoticamente ainda se mantém), era e ainda é exibido (como ainda acontece no caso dos bombeiros) como se fosse o brasão legal e oficial de Loriga.
A polémica e a gravidade da mesma apareceram com muito mais relevo quando surgiram as vozes da razão, chamando a atenção para a ilegalidade da situação e para o facto de esse desenho nada ter de brasão, muito menos de brasão legal e oficial, e os donos dessas vozes foram imediatamente rotulados de mentirosos, criminosos e maldicentes inimigos de Loriga que não gostam desta vila e só lhe querem mal. Desde Loriguenses até às autoridades competentes os donos das tais vozes da razão que denunciaram a situação foram publicamente insultados, caluniados e enxovalhados, incluindo na internet, e no caso da internet os destaques mais vergonhosos apareceram na wikipedia e no site loriga.de.
Na wikipedia o artigo sobre Loriga foi vandalizado para colocarem essa ilegal aberração heráldica (ali apresentada como sendo o brasão legal e oficial de Loriga) e para retirarem das fontes do artigo tudo que apontasse para o autor do mesmo, nada menos que António Conde, o Loriguense que mais se destacou na luta contra esta vergonhosa situação. Foram ali colocados comentários vergonhosos e insultuosos, e se numa primeira fase os editores da wikipedia foram enganados pelos defensores desta vergonha, depois enveredaram por uma fuga em frente e tornaram-se cúmplices ativos dessa vergonha, bloqueando constantemente o artigo para impedir a correção do mesmo, indiferentes à imagem de Loriga e à imagem da wikipedia.
No site loriga.de o referido Loriguense foi insultado e enxovalhado pelo alegado autor desse site, Adelino Pina um "loriguense" residente na Alemanha, mais conhecido em Loriga por Fariseu Alemão, que se destacou na defesa da ilegal aberração heráldica que não é nem pode ser o brasão de Loriga, tudo não passando de inveja, falsidade, hipocrisia e incompetência, e por isso o Fariseu Alemão Adelino Pina não mexeu uma palha quando, em 2002 e em 2018, os seus amigos quiseram substituir a ilegal aberração heráldica pelos brasões vergonhosos, da Vila de Cruz e da Vila de Carreto, respetivamente.
De sublinhar que o Fariseu Alemão, além de desenvolver uma guerra suja de apoio à ilegal aberração heráldica é também ladrão de créditos (google-site-verification:google89e15a3d507fc429.html). Para ajudar a confirmá-lo existe por exemplo o facto de o site loriga.de, atribuído ao Fariseu Alemão, ter sido colocado nas fontes do artigo sobre Loriga na Wikipédia quando o artigo foi vandalizado, e apesar de o Fariseu Alemão nada ter a ver com o artigo nem com o seu conteúdo. Não é por acaso que o artigo foi vandalizado para principalmente introduzirem a ilegal aberração heráldica e retirarem das fontes tudo o que apontasse para o autor do artigo, roubando-lhe os créditos para os entregar ao Fariseu Alemão por o grande Loriguense António Conde se opor à vergonhosa questão da heráldica que há décadas arrasa e continua a arrasar a imagem de Loriga e de quem nela nasceu.
Vale tudo, e também é significativo que outros responsáveis por esta vergonhosa questão da heráldica estão envolvidos, incluindo outros capangas e lacaios do Zeca Maria, que por exemplo se denunciaram na Wikipédia pelo conteúdo de alguns comentários e pelo facto de ali terem apresentado o Zeca Maria como sendo autarca do Partido Socialista, quando na realidade nenhum partido o quer apoiar. Sempre as velhas táticas da desinformação, da mentira, do condicionamento, da intimidação e outras, nas quais esta gente é especializada.
Outras mentiras vergonhosas permaneceram na Wikipedia após a vandalização do artigo, além da apresentação da ilegal aberração heráldica como sendo o brasão legal e oficial de Loriga, e após o aparecimento do segundo vergonhoso brasão do Zeca Maria em 2018 (o primeiro apareceu em 2002 mas nunca esteve na Wikipedia), por exemplo passou a ler-se na Wikipedia que a ilegal aberração heráldica "era usada há alguns anos de forma informal pelas instituições de Loriga" quando na realidade tem sido usada formalmente e impunemente há longas décadas como se fosse o brasão legal e oficial.
Sempre as mentiras, até se esqueceram que muita gente leu e que pelo menos alguns até guardaram o que esteve escrito na Wikipédia e que entretanto foi apagado, e quanto ao também vergonhoso brasão de 2002 nunca houve qualquer referência na Wikipedia, como alíás não há na mentirosa "história do brasão" publicada por um dos principais responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica e pelos vergonhosos brasões da Vila da Cruz e da Vila do Carreto, e que também por isso foi brindado pelos Loriguenses com a depreciativa alcunha de Doutor de Albarda. É uma "história do brasão de Loriga" onde o Doutor de Albarda se farta de inventar, de omitir e de tentar branquear a merda feita por ele e pelo seu dono Zeca Maria, e até de tentar fazer manipulação política.
Sem surpresa, houve capangas, lacaios do Zeca Maria e vândalos da Wikipédia que puseram em causa os créditos de António Conde como autor do artigo sobre Loriga na Wikipédia, e quase imediatamente foram publicamente desafiados a apresentar a origem/fontes dos dados históricos existentes no artigo assim como o comprovativo da criação do mesmo, obviamente ninguém foi capaz de apresentar nada apesar de o desafio ter sido feito há mais de quinze anos, simplesmente não podem apresentar nada porque foi António Conde quem fez a pesquisa e foi ele que criou o artigo!
Aliás nunca foram boas as motivações de quem conscientemente contribuiu e continua a contribuir para a existência e para a manutenção da vergonhosa questão da heráldica, nunca se preocupando com a imagem da sua terra nem com a imagem dos seus conterrâneos, caso contrário agiriam de forma diferente.
Os comentários na internet atingiram tal gravidade que em comentários colocados noutros sites os loriguenses eram literalmente incentivados a apedrejarem o historiador António Conde, o Loriguense que se tem destacado na luta pela resolução desta vergonha que afeta a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses. Aliás o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios declararam e "decretaram" que António Conde é "persona non grata" (não é bem-vindo) aqui em Loriga, e
inclusive isso foi escrito em comentários na internet e em emails. Aliás, o Zeca Maria é a Junta de Freguesia, o Zeca Maria é a Assembleia de Freguesia, e quem não lamber as botas (para não dizer outra coisa) do Zeca Maria é inimigo de Loriga, é odiado pelos Loriguenses, e esses rótulos e essas sentenças não atingiram apenas António Conde. Se pudessem o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios colocariam barreiras á entrada de Loriga e impediriam a entrada dos tais “inimigos de Loriga” (leia-se quem não lambe as botas do Zeca Maria e tem a coragem de denunciar as merdas que ele fez e faz) e não se limitariam a afirmações, “decretos” e a vários tipos de ameaças para tentarem intimidar quem “descobre a careca do Zeca Maria”.
António Conde é de um Loriguense que chegou a ser colaborador do Jornal Garganta de Loriga, que muito fez pela divulgação de Loriga e da sua história, que lutou pelo desenvolvimento da sua terra e que, além de dizer a verdade ao apontar a nulidade da ilegal aberração heráldica, também desenhou e apresentou soluções de brasão, consideradas pelos entendidos como sendo a melhor heráldica para Loriga. Alás a documentada prática habitual de António Conde é a de que este Loriguense critica o que está mal e apresenta sempre soluções.
É fácil imaginar os insultos, as calúnias e as ameaças que apareceriam por aí, inclusive na internet, se o historiador António Conde fosse o autor dos ridículos brasões da Vila de Cruz de 2002 e do Brasão da Vila de Carreto de 2018!…
Entretanto a autarquia continuava a usar a ilegal aberração heráldica, alimentando esta vergonha (para tal só o uso da ilegal aberração heráldica seria suficiente), situação que era também propositadamente ampliada por alguns que, estando mais informados, alimentavam a ignorância e a raiva dos que não tinham a noção de que aquele desenho não era, nunca foi, nem jamais podia ser o brasão de Loriga.
Depois de décadas com toda esta vergonhosa situação, seria espetável que este problema fosse resolvido de forma competente e definitiva, mas em vez disso lançaram mais achas para a fogueira e decidiram prolongar a polémica. Desprezaram a opinião dos responsáveis das autoridades competentes da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e de outros peritos, opinião coerente e assertiva que existe desde os anos oitenta do século XX, opinião que é partilhada pelo historiador António Conde que tem lutado pela resolução deste problema, e aprovaram os dois brasões ridículos vergonhosos da Vila de Cruz, em 2002, e da Vila de Carreto, em 2018. Depois, quando viram a reação negativa dos Loriguenses mostraram novamente o seu mau caráter e recorreram novamente ás mentiras, dando a entender que foi a Comissão de Heráldica que quis o Brasão da Vila de Carreto, e que esta entidade não concordava com a simbologia exibida nos brasões desenhados pelo historiador António Conde (exatamente o contrário da realidade!).
É preciso esclarecer que a preocupação principal da Comissão de Heráldica são as regras da heráldica, sendo que o conteúdo dos brasões é principalmente da responsabilidade das autarquias, portanto estas não podem atribuír as culpas à Comissão de Heráldica quando os brasões ficam uma merda e são reprovados pelos naturais das localidades, como aconteceu com os loriguenses ao reprovarem os brasões de Vale da Cruz e de Vale do Carreto. Neste caso o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios quiseram apagar o trabalho do historiador António Conde, que odeiam, tal como tentaram apagar o trabalho deste Loriguense noutras áreas, e também quiseram apagar o trabalho dos anteriores autarcas no que respeita á principal simbologia desta vila, já vertida no logotipo aprovado pela Junta de Freguesia de Loriga. E é triste constatar que pessoas do mesmo partido da anterior equipa autárquica se tenham deixado manipular, intimidar e condicionar pelo Zeca Maria e seus capangas e lacaios, prejudicando a imagem de Loriga, a imagem dos Loriguenses, a imagem dos seus colegas de partido e a imagem do partido.
Um brasão pode estar correto em relação com as regras da heráldica e ao mesmo tempo ser uma grande merda em relação à representatividade. O brasão da Vila de Carreto não é o que a Comissão de Heráldica acha que é melhor para Loriga, o brasão da Vila de Carreto foi escolhido pelos responsáveis por esta vergonha.
O brasão da Vila de Cruz de 2002 e o brasão da Vila de Carreto de 2018 são uma grande merda em relação à representatividade e à estética, e é por isso que envergonham Loriga e os loriguenses, portanto foram condenados ao lixo. E não adianta aos responsáveis por esta vergonha continuarem a mentir, qualquer símbolo heráldico pode ser alterado e a esmagadora maioria dos loriguenses nunca se vai habituar ao que detestam, é impossível esquecerem o assunto e para eles será sempre o brasão de merda, ou o brasão de uma vila fictícia chamada Carreto ou Vale do Carreto que nada tem a ver com Loriga.
Se a cobardia impedir que os eleitos façam a correção direta desta vergonha, e se for necessário para ganharem coragem para defender a imagem de Loriga, façam ouvir a voz dos Loriguenses com a realização de um referendo para que todos os Loriguenses se pronunciem sobre o assunto, até tendo em conta a polémica que se arrasta há tanto tempo, o historial dessa mesma polémica e pelo tipo de atuação dos responsáveis por toda esta vergonha. Como a cobardia está
sempre associada ao mau caráter, os responsáveis por esta vergonhosa questão da heráldica, jamais aceitarão que os loriguenses se pronunciem sobre o assunto porque sabem que sofreriam uma grande derrota, e os loriguenses diriam claramente que detestam o brasão da Vila de Carreto. Além disso o referendo contribuiria para que fossem desmascarados os mentirosos responsáveis por esta vergonha.
Para que uma bandeira e ou um símbolo heráldico representem uma terra é fundamental que os naturais dessa terra se identifiquem com esses símbolos, caso contrário são inúteis, não valem nada e são vergonhosos.
Os responsáveis por esta vergonha são ignorantes e agiram com prepotência e má fé em todo este vergonhoso processo que dura há décadas, e colocaram motivações mesquinhas pessoais à frente da imagem e dos interesses da vila de Loriga e dos loriguenses, para os quais aliás se estão marimbando, portanto os resultados só podiam ser maus.
Tantos anos de polémica, de atuação no mínimo reprovável, maltratando quem sempre teve razão nesta matéria, desprezando a opinião de quem percebe do assunto incluindo da Comissão de Heráldica da AAP, para depois de tudo isto aranjarem os brasões de Vale da Cruz e de Vale do Carreto!
O autor do blog Tiago da Cruz (no Sapo) foi um dos alvos dos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica e que são ao mesmo tempo autores dos vergonhosos brasões de Vale da Cruz e de Vale do Carreto. A estratégia habitual é a intimidação e o condicionamento com vista à censura, com o objetivo de calar as referidas vozes da razão que desmascaram os responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica e não só. Tem sido assim em relação à questão da
heráldica mas também em relação a outras questões, como consequência a página do blog Tiago da Cruz dedicada ao Brasão de Loriga deixou de estar disponível na internet, mas todo o conteúdo foi guardado em ficheiro PDF que pode ser visto neste e em muitos outros sites. As ameaças como forma de intimidação já vêm do tempo do vergonhoso Brasão da Vila de Cruz, em 2002.
Foi na sequência dessa censura que desapareceram outros conteúdos também preventivamente guardados, tais como (pasme-se!) o resumo da História de Loriga publicado no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e noutros sites, e que também pode ler-se em ficheiros PDF e em imagens publicados neste e em muitos outros sites. Não é por acaso que um capanga do Zeca Maria disse ao historiador António Conde para queimar a sua obra sobre a história de Loriga na
fogueira de Natal que todos os anos é acesa j unto da Igreja Matriz desta vila.
Não é preciso dizer mais nada sobre o tipo de mentalidade desta gente, estando mais do que provado que é falso o seu apregoado amor a Loriga. Todos os Loriguenses ficam mal vistos, e não apenas os que pertencem ao pequeno, restrito e conhecido grupo responsável por esta vergonha! )