Vila Verde

Vila Verde
Sub-região Cávado



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Foto de Vítor Oliveira

Lista de Municípios Portugueses

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Vila Verde é uma vila portuguesa pertencente ao distrito de Braga, região Norte e sub-região Cávado, com cerca de 3.800 habitantes.

É sede de um município com 227,20 km² de área e 50.423 habitantes (2006), subdividido em 58 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ponte da Barca, a leste por Terras de Bouro, a sueste por Amares, a sul por Braga, a oeste por Barcelos e a noroeste por Ponte de Lima.

Vila Verde é um concelho relativamente moderno, com pouco mais de cem anos de existência e, um dos maiores da província do Minho.

Freguesias

O concelho de Vila Verde conta com as seguintes 58 freguesias:

História

O município foi fundado em 24 de Outubro de 1855, com a extinção de outros concelhos como, Pico de Regalados, Vila Chã e Larim, Penal e Prado, cujas origens remontam a nebulosos tempos da Pré-História e da Idade Média. Pico de Regalados, primitivamente, foi couto dado por D. Afonso Henriques ao Arcebispo de Braga, D. Paio Mendes. Foi tido como um dos mais antigos e aristocráticos do País. D. Manuel I concedeu-lhe foral em 13 de Novembro de 1513.

Vila Chã e Larim foi o primeiro foral concedido por D. Afonso III. Teve a sua sede primitiva no lugar com o mesmo nome da actual freguesia de Carreiras São Tiago. Mais tarde mudou a sua sede para o lugar de Revenda da freguesia de Travassós, transitando, posteriormente, para a freguesia de São Paio de Vila Verde.

Penal, também conhecido por Portela de Penal ou Portela das Cabras, foi-lhe concedido foral por D. Manuel I, em 6 de Outubro de 1514. Prado, recebeu foral de D. Afonso III, concedido em 1260. D. Manuel I confirmá-lo-ia em 1510. Teve a sua sede na freguesia do mesmo nome.

A primeira notícia sobre Vila Verde remonta ao século X e constitui, talvez, a mais antiga documentação do topónimo Vila Verde, ou um dos raríssimos casos em que este topónimo surge antes da nacionalidade, pois quase na totalidade dos casos revela-se posterior ao século XI. Nessa altura, boa parte do território do actual concelho aparece na posse da poderosa família da condessa Mumadona, tanto por si própria como pela do marido desta, o conde Hermenegildo Gonçalves, cujo pai, conde Gonçalo Betotes era já muito herdado no século IX desde o Douro, talvez Minho. Durante o século XI nota-se no território do actual concelho uma espécie de logradouro da alta nobreza portucalense, na correspondência da estirpe da condessa Mumadona, no século anterior.

Relativamente à actual vila, sede de concelho, há um documento pré-nacional de 1089 que diz respeito à venda, que fez à igreja de Santo António, uma dama de nome Eldara Eriz. Outro documento dos princípios da nacionalidade, de 1120, fala da doação que D. Maior Mides faz à Sé bracarense de herdamentos eclesiásticos e laicais herdados por ela de seus pais, Mido Vermudes e «donna» Godo Pais e outros por ela adquiridos. O mais relevante da vida documentada nos séculos X a XII no território do actual concelho concentra-se à roda do velho castro ou «civitas» originária, o mesmo é dizer-se nas imediações de Vila Verde dos nossos dias.

Até ao século XVII a freguesia de Vila Verde não se distinguiu das outras do concelho a que pertencia. Porém, nos princípios do século XVIII parece que estava já nela a sede do concelho de Vila Chã, com uma importante feira mensal e, desde aí, em progresso contínuo, veio mesmo a adquirir, em 1855, com os governos liberais, o estatuto de sede de um populoso e vasto concelho.

Economia

Actualmente, Vila Verde mantém os seus traços eminentemente agrícolas, para cuja fertilização contribuem, de maneira decisiva, os muitos cursos de água que o atravessam em todas as direcções. À actividade agrícola anda associada a exploração pecuária, pelo que uma e outra marcam lugar de relevo na economia regional.

Dos seus produtos se abastece a população, sendo os restantes comercializados nas feiras do concelho ou canalizados para os mercados de Braga. De entre esses produtos merece especial destaque o vinho verde ali produzido cuja qualidade beneficia das excelentes condições para o seu cultivo.

A parte industrial é reduzida mas, ainda assim, a especificidade de uma cultura técnica, acumulada ao longo dos tempos, evidencia-se na produção do mais variado artesanato de elevada qualidade.

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