Quem somos
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Uma ideia

A ideia de criação do Wiki Terras de Portugal, mais tarde redesignado por enciclopédia Memória Portuguesa, partiu de dois amigos de infância, Carlos Pereira (que assina como Wikinet) e Luís Filipe Cunha, ambos com pouco mais de quarenta anos. Temos actividades profissionais completamente distintas: um é formador na área de novos métodos construtivos, o outro faz carreira como designer de comunicação possuindo atelier próprio. Sempre que possível, encontramos tempo para um almoço, deixando o tempo fluir entretecido numa boa conversa.

E foi numa dessas conversetas de amigos que tivemos esta ideia, como seria interessante termos um hobby em conjunto, on-line, talvez por criar um site sobre as lembranças e as memórias de infância. Pensámos em como os nossos pais costumam falar de coisas passadas na sua juventude e cujo registo se perderá com eles. Desta conversa fomos evoluindo para a ideia de manter um site onde pudéssemos oferecer e comercializar objectos que tocassem nos sentimentos e memórias das pessoas. Daí surgiu a ideia de criar uma wiki que permitisse a cada um registar as suas próprias memórias, tal como acontece em muitos blogs e sites dispersos por esse ciberespaço. Reunir as memórias num único sítio, numa Enciclopédia mais abrangente do que a Wikipédia. Um lugar onde o sapateiro, o mestre da música, a costureira, tivesse lugar. Onde cada um pudesse tecer loas a uma brincadeira de miúdos, ao linguajar da sua aldeia, aos enchidos e queijos da terra, e assim por diante.

Apesar de não sermos génios da informática, metemos mãos à obra e encontrámos este provedor de plataforma wiki, a Wikidot, que nos pareceu ideal para arrancar com a coisa. Assim, na segunda semana de Outubro de 2008 lançámos o Wiki Terras de Portugal, agora Memória Portuguesa.

Reacções

Depois de apenas um mês no ar, o site alcançou as 12.000 páginas vistas. Entretanto, recebemos vários elogios de muitos utilizadores, bem como a permissão escrita de autores de Blogs e até de algumas entidades oficiais.

Em 13 de Novembro de 2008, cerca de um mês após o arranque deste projecto, um jornalista do Rádio Clube Português e do Portugal Diário, Filipe Caetano, entrevistou brevemente um dos responsáveis da enciclopédia Memória Portuguesa. A entrevista foi emitida no programa PoDTec do RCP Porto e a notícia foi publicada no portal da IOL, Portugal Diário. Posteriormente, outras referências têm sido efectuadas na rádio, tal como se pode escutar aqui.

Em 9 de Deembro de 2009, um dos responsáveis deste projecto foi entrevistado na estação televisiva Porto Canal. Porto Alive é um programa diário dedicado a temas da actualidade do Grande Porto.

Em Novembro de 2009, a nossa enciclopédia alcançou as 200.000 páginas consultadas e em Março de 2010 passámos o marco das 300.000!

Vários sites e blogs têm mencionado este nosso projecto e muitos têm permitido a cópia de conteúdo para enriquecer esta enciclopédia. Criámos uma página para agradecer e registar a proveniência desses comentários recebidos e apresentar o nosso reconhecimento.

Um projecto

Esta experiência, quase uma brincadeira na verdade, levou-nos a pensar neste projecto de outra forma. O primeiro passo foi registar o domínio www.memoriaportuguesa.com que é agora o acesso oficial à Enciclopédia. Foi também criado o logótipo oficial. Temos ideias para criar uma imagem definida e única para o projecto. Estamos a trabalhar na identidade visual e sonora da Enciclopédia. A criação de uma mascote é outro dos nossos objectivos, que nos permita posteriormente criar objectos únicos com a imagem e a mascote da enciclopédia.

Logótipo

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O Atelier Cunha desenhou o logótipo da nossa enciclopédia. O conceito foi inspirado na memória colectiva de um povo, em especial as nossas mais queridas lembranças do passado e da juventude. Assim, utilizou-se um pião, um brinquedo intemporal, extremamente simples e fácil de identificar. Representa a nossa infância, mas não algo que ficou estagnado. Um pião gira e salta, assim deverão ser as nossas vidas, animadas e alegres. Um pião tem bico, como um instrumento de gravar e escrever as nossas memórias. Foram usadas as cores da nossa bandeira, como forma de marcar a nossa identidade nacional.

A frase "parámos o tempo, não sabemos morrer" foi retirada do belíssimo poema de Ary dos Santos, musicado por Alain Oulman e cantado pela eterna Amália Rodrigues. Descreve bem a nossa intenção nesta enciclopédia, parar o tempo e deixar bem viva a memória, mesmo dos que já partiram.

Parcerias

É também nossa intenção estabelecer parcerias com projectos que comunguem dos ideais desta enciclopédia, ou seja, preservar a nossa memória colectiva. Um dos primeiros acordos que estabelecemos foi com Vítor Oliveira, fotógrafo amador que possui uma das mais interessantes e extensas colecções de fotografias no Flickr sobre o nosso país. As sua imagens ilustram centenas de povoações nesta enciclopédia.

Outros protocolos estão a ser estudados com vista a serem implementados em breve.

Tudo isto sem esquecer o trabalho de reunir cada vez mais informação. Fazemo-lo nós e também os visitantes que, a pouco e pouco, se registam diariamente.

Quem sabe se duma conversa à mesa de um restaurante, com dois amigos a beber uma cervejola e uns rabiscos na toalha de papel, não poderá sair de facto um projecto interessante e memorável. O futuro o dirá…

Precisamos de si!

Crie ou amplie os artigos sobre a sua terra. Demonstre o amor pela sua terra natal ou pela localidade onde vive adicionando informação enciclopédica relevante. Pode incluir imagens, vídeos e textos explicativos. Use a enciclopédia Memória Portuguesa para preservar a memória da sua terra, recordando as suas tradições peculiares e únicas. Basta criar um artigo sobre o assunto.

Nesta Enciclopédia das localidades portuguesas, nenhuma povoação é pequena demais para ficar de fora!

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